17 mai 2012
Oportunidade de pesquisar e, quem sabe, adquirir a casa própria. Mais que negociações e oportunidades para o segmento imobiliário, o Feirão da Casa Própria possibilita a realização de sonhos.
Em sua oitava edição, o tradicional Feirão promovido pela Caixa Econômica Federal acontecerá nos dias 19 e 20, em Passo Fundo. Realizado juntamente com a Feira do Imóvel de Passo Fundo, numa parceria do banco com a Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agropecuária de Passo Fundo (ACISA), o evento foi lançado no dia 10 e trará mais de 1400 imóveis em oferta.
O 8º Feirão CAIXA contará com a participação de aproximadamente 25 parceiros entre construtoras, imobiliárias e corretores de imóveis. Mais de 1.400 imóveis, de diferentes tamanhos e faixas de preço, estarão disponíveis para financiamento, entre usados, novos e na planta.
O Bourbon Passo Fundo, receberá o público das 10h às 21h, no sábado, e das 10h às 19h no domingo. Nos dois dias,
Como funciona?
O evento reúne, num único espaço, diversos representantes do segmento da habitação: construtoras, imobiliárias e técnicos da CAIXA, responsáveis por analisar e autorizar os financiamentos. O cliente pode conhecer o imóvel, dar entrada na documentação necessária ao financiamento e até fechar negócio.
No Feirão, os interessados na compra de um imóvel encontram unidades novas, usadas e na planta. O financiamento, garantido, pode chegar a até 100% do imóvel. As linhas de crédito da CAIXA, para aquisição da casa própria, atendem a todas as faixas de renda familiar e preveem prazo de pagamento de até 30 anos.
Atendimento
Empregados da CAIXA, especialistas em habitação, prestarão atendimento e detalharão, para o público, informações sobre linhas de crédito, além de efetuar simulação do valor de financiamento e aprovar cadastros, dentre outros serviços.
Para quem quer sair do Feirão com imóvel próprio, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.
Além dos Feirões, os interessados podem obter informações em todas as agências da CAIXA, pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-726-0101), disponível 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.
Condições
As linhas de financiamento para a casa própria da CAIXA atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 30 anos. Os juros podem variar, dentro do SFH, de 4,6% a.a. até 9% a.a., para todas as modalidades de financiamento. Os interessados na compra de uma moradia vão encontrar oportunidades de negócios com financiamento de até 100% do valor do imóvel.
16 mai 2012
Faz tempo as que as construtoras tem investido nas áreas comuns dos edifícios para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro, seguidos de espaços gourmet e cinemas.
Agora chegou a vez de os animais de estimação ganharem espaço com a introdução de ambientes especiais para eles.
Os chamados pet cares instalados nos condomínios recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento da incorporadora e construtora Gafisa.
11 mai 2012
Quem vende um imóvel e utiliza o dinheiro para a compra de outro no prazo de um ano estará isento de imposto de renda incidente sobre eventuais ganhos obtidos nas transações, o chamado ganho de capital ou lucro imobiliário.
Essa é a essência do relatório do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) ao Projeto de Lei do Senado (PLS nº 21/2009), aprovado por unanimidade e em decisão terminativa nesta terça-feira (08/05) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.
9 mai 2012
Não há dúvidas sobre os resultados que as campanhas via internet proporcionam, tanto em questão de divulgação, como de relacionamento e consolidação da marca. Mas o desafio é conhecer este universo onde muitos estão presentes, mas poucos utilizam estrategicamente a seu favor.
Confira a entrevista com Brian Requarth, CEO do portal imobiliário VivaReal, que possui dez anos de experiência em marketing na internet e nos fala sobre a relação entre o marketing online e o mercado imobiliário.
Qual a postura do corretor de imóveis em relação ao marketing online atualmente?
Há oportunidades de bons resultados para corretores que utilizam ferramentas de marketing online em suas estratégias de venda. Dos 200 mil corretores que atuam no Brasil, a maioria ainda não utiliza ferramentas digitais para divulgar os imóveis e alavancar potenciais compradores. Porém, esse comportamento está mudando, pois o retorno das ações online é comprovadamente maior em diversos setores.
8 mai 2012
Enquanto a maior parte das empresas do setor imobiliário procura conquistar o consumidor de médio padrão, algumas imobiliárias encontram oportunidades de ganhos em nichos do mercado paulistano. Caso, por exemplo, das empresas de venda e locação de unidades estilosas, sofisticadas e até curiosas.
Na Axpe Imóveis Especiais, fundada em 2004 por um grupo de publicitários, a ideia de seletividade é a diretriz. ”Consideramos especial aquele imóvel pelo menos com potencial para a pessoa reformar e torná-lo incrível”, diz a publicitária Adriana Bó, desde fevereiro de 2010 como corretora na empresa.
De acordo com ela, vista privilegiada, assinatura arquitetônica renomada, valor histórico da edificação e até potencial de integração dos ambientes da unidade são elementos de distinção nesse segmento.
7 mai 2012
Ao anunciar a queda de juros no financiamento da casa própria, na semana passada, a Caixa Econômica Federal provocou um rebuliço no mercado de imóveis. O setor vinha demonstrando certo desaquecimento e alguns empreendimentos já reduziam o ritmo das obras. De uma forma geral, o mercado e os consumidores receberam a notícia de bom grado e a esperança é que, como ocorreu com os juros bancários para empréstimos pessoais, outras instituições acompanhem a proposta da Caixa.
Entretanto, quem comprou imóveis antes da resolução, que vigora a partir deste mês, não poderá refinanciar seu débito, segundo o gerente regional da Caixa em Minas, Marivaldo Araújo Ribeiro. “Não há como reduzir a precificação nem romper contrato”, adianta.
3 mai 2012
Por Carlos Alceu Machado*
Apesar do país ser considerado um dos baluartes mundiais em matéria de ética financeira, na Suiça também se lava dinheiro no mercado imobiliário. Grandes quantias, vindas de todas as partes, especialmente da Rússia, são investidas em imóveis porque, ao contrário do Brasil, lá é possível a aquisição de um desses bens por qualquer valor, sem que o comprador precise explicar a origem do dinheiro. Os portugueses são quem tem razão ao chamar essa prática mundial de “branqueamento”.
Não há a menor dúvida de que o presente e – principalmente – o futuro das ofertas imobiliárias passam pelo mundo virtual. O crescente espaço que os proprietários tem para postar textos, fotos comuns e em 3D, imagens, filmes etc., aliado a um custo cada vez mais baixo e a uma velocidade de navegação cada vez mais alta, mostram que não existe nenhum outro meio de divulgação capaz de concorrer como a internet. Os anunciantes devem ficar atentos especialmente aos portais imobiliários, que por congregarem ofertas de vários sites, estão se tornando os locais preferidos para as buscas de imóveis.
Outro meio virtual que se consolidou como efetivo propagador do mercado de imóveis são as redes sociais, com destaque para o Facebook e o Twitter. Já é grande o número de campanhas exitosas que os marqueteiros que operam no ramo conseguiram emplacar, em particular aquelas destinadas a ressaltar um empreendimentos ou uma marca imobiliária. O chamado “boca-a-boca virtual” é muito mais forte do que muita gente pensa.
26 abr 2012
Mesmo com a recente valorização dos imóveis nos últimos anos, ainda há muitas oportunidades de investimento no setor, o que torna os fundos de investimento imobiliário uma aplicação atrativa para o investidor.
A opinião é do diretor de Fundos Imobiliários da Rio Bravo Investimentos, José Alberto Diniz. “Isto está atraindo o capital externo, que voltou a mirar fortemente o Brasil”, afirmou Diniz, durante o Congresso ABVCAP 2012 (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital), realizado recentemente em São Paulo.
O executivo aponta que, apesar de ainda representarem um percentual pequeno da indústria de fundos do País – menos de 1% do PL (Patrimônio Líquido), de cerca de R$ 2 trilhões -, os fundos imobiliários estão crescendo e se disseminando. Para se ter uma ideia, de acordo com dados da BM&FBovespa, os fundos de investimento imobiliários movimentaram R$ 912,46 milhões em 77.075 negócios em 2011, um crescimento de 140% na comparação com o ano anterior.
Para o diretor da Pátria Investimentos, Helmudt Fladt, a estrutura do mercado de capitais vai chegar mais perto do mercado imobiliário. “Há uma evolução do real estate (mercado de imóveis), e ele ficará mais sofisticado com a estrutura do mercado de capitais. Hoje, os empreendedores estão mais próximos dos consumidores, o que irá facilitar o financiamento dos imóveis comerciais”, observou Fladt.
Entretanto, ele aponta que ainda faltam veículos de investimento no real estate, o que tem levado a uma grande procura pelos FIIs. “Se o investidor quer surfar na onda de valorização do capital, é difícil encontrar no mercado hoje veículos fáceis. Nós temos, por exemplo, um fundo FIP (Fundo de Investimento em Participações), mas voltado a grandes investidores, que dispõem de mais de R$ 1 milhão”, disse o diretor do Pátria, lembrando que este tipo de fundo envolve mais risco, e as pessoas nem sempre estão dispostas a investir nesse perfil de ativo, embora apresentem vantagens, como permitir que o investidor participe das incorporadoras.
Fonte
InfoMoney
24 abr 2012
A estratégia para vender um imóvel nunca é estática. Embora certas técnicas auxiliam o corretor de imóveis no momento de oferecer o imóvel, é descobrir o perfil de cada cliente que vai direcionar o profissional para a melhor estratégia.
E quais os tipos de cliente que podem procurar o corretor de imóveis para a compra de um imóvel?
O corretor de imóveis, com MBA em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, lista em seu blog alguns dos principais perfis dos clientes e qual a melhor forma de abordá-los.
O investidor
Segundo Machado, o cliente investidor é objetivo e tem seu foco muito bem definido em lucros e resultados. “Se o corretor atender um investidor é importante que a abordagem seja baseada em estatísticas. Apresente números, explore as vantagens comerciais e os lucros que esse cliente terá ao adquirir determinado imóvel” comenta.
23 abr 2012
Uma nova telha promete bloquear em até 95% a entrada de calor e frio, sem que seja necessário usar forro. É a telha sanduíche TermoHouse, apresentada pela Dânica no final março de 2012 durante a Feicon Batimat, Salão Internacional da Construção, em São Paulo.
Com estilo colonial, a TermoHouse é produzida em aço pré-pintado nas duas faces com núcleo isolante PUR (poliuretano)/PIR (poliisocianurato) que traz conforto térmico e aconchego para os ambientes. Segundo a Dânica, com a telha é possível economizar entre 5% e 21% com energia de ar-condicionado.
16 abr 2012
Quem nunca pegou um folheto de lançamento imobiliário e se deparou com o nome de um bairro que correspondia não ao endereço do imóvel, mas às suas adjacências?
Numa cidade em que o preço do metro quadrado das regiões mais nobres chega a ser três vezes maior do que o da das áreas menos valorizadas, segundo o último índice apurado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), é natural que corretores de construtoras e imobiliárias queiram estreitar ligações com a “orla” paulistana para vender unidades erguidas em limites próximos, mas menos favorecidos.
3 abr 2012
Por Rodrigo Barreto*
Imagine um cliente que visitou um imóvel com o corretor de imóveis responsável, não assinou o termo de visita, e posteriormente, entrou em contato diretamente com o proprietário, com objetivo de conseguir algum benefício na negociação.
A quem o corretor de imóveis deve recorrer nesse caso?
“O dever do corretor de imóveis também é de fiscalizar”, afirma o corretor de imóveis Rodrigo Barreto . “Portanto, o primeiro passo é tentar fazer um acordo prévio com o cliente. Não conseguindo o proposto acordo pode se valer pela CCA – Câmara de Conciliação e Arbitragem ou em últimos casos, recorrer ao judiciário”, comenta em seu blog.
A polêmica questão da exclusividade de imóveis também provoca discussões. Não é incomum o corretor identificar um imóvel ao qual possui contrato de exclusividade sendo anunciado por uma ou mais imobiliárias. “O corretor pode, inicialmente, entrar em contato solicitando a retirada dos anúncios, informando que tem a opção exclusiva. Caso não seja atendido, entre em contato com a fiscalização do CRECI e indique a denúncia contra os que estão publicando indevidamente o imóvel sob sua responsabilidade, para as devidas providências”, cita Barreto.
Além das provas documentais, outras podem ser obtidas como email enviados, históricos de ligações telefônica que comprovem seu contato com o cliente, testemunhas, e tudo que possa trazer certa garantia ao corretor de imóveis.
Confira outros casos e como atuar na fiscalização profissional no blog de Rodrigo Barreto.
2 abr 2012
A maioria dos condôminos têm uma visão de que a taxa de condomínio é uma obrigação para contribuir com a manutenção do prédio.
Essa visão não está incorreta, mas você realmente sabe o que compõe esta taxa de condomínio?
Segundo o vice-presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Fábio Kurbhi, a taxa do condomínio é formada por dois componentes: as despesas ordinárias e as despesas extraordinárias.
As despesas ordinárias englobam custos com manutenção do empreendimento, como luz e água das áreas comuns, contratos de manutenção de elevador e bombas, seguros e mão de obra, entre elas, zelador e porteiro.
Podem ser classificados como despesas extraordinárias os gastos com reforma, como repaginação da fachada ou implementação de algum serviço.
No entanto, estes custos são temporários e só podem ser cobrados mediante uma apresentação prévia do orçamento das empresas que irão realizar o serviço e a aprovação dos condôminos.
As administradores devem fazer uma prestação de contas mensal, com o objetivo de esclarecer para os condôminos o uso da verba arrecadada para a manutenção do edifício.
Kurbhi ressalta que é de extrema importância que os condôminos participem das assembleias, para entender os devidos custos do condomínio.
Atualmente, a Lei 4591 do Código Civil regulamenta as relações entre condôminos, síndicos e a administradora.
30 mar 2012
Conquistar mercados não é mais um sonho impossível. Graças a internet, profissionais podem avançar fronteiras e estabelecer relacionamentos comerciais, que tempos atrás, poucos tinham acesso.
A ferramenta está aí, disponível para todos, mas saber usá-la corretamente, nem todos sabem. Porém, quando o profissional utiliza os canais sociais, destaca-se por informações, relacionamentos e fortalecimento da marca pessoal. Não é a toa que a “Usuária Destaque do mês de Março” atua em Miami, no Estado da Flórida (EUA).
A corretora de imóveis Geane Brito foi a usuária que mais utilizou as ferramentas do Redimob para aproximar-se dos profissionais brasileiros e assim consolidar novas conexões. Corretora de imóveis, que atualmente se especializa no mercado imobiliário de luxo em Miami, Geane também é formada em Jornalismo pela New York University e mensalmente a especialista aborda assuntos voltados ao mercado imobiliário americano, mídias sociais e marketing.
Você é especializada na atuação do mercado de luxo em Miami. Qual o principal desafio em atuar neste mercado? Qual sua avaliação sobre o mesmo?
O mercado imobiliário de Miami é uma fronteira com grandes possibilidades e desafios. É um momento histórico para atuar neste mercado, pois os EUA estão saindo de uma das piores fases imobiliárias, com milhões de execuções hipotecárias e restritas possibilidades de crédito. Mas é justamente nas mais difíceis situações que os melhores profissionais se destacam com conhecimento, experiência e dedicação ao cliente. Estou super positiva pois Miami é um mercado que está abrindo o caminho para recuperação imobiliária americana e isto graças a incrível participação do comprador estrangeiro – com destaque aos brasileiros. Tenho uma vantagem de ser brasileira, falar Português, Espanhol e Inglês e entender o “lado cultural” do comprador sul-americano e suas expectativas na área de atendimento.
27 mar 2012
Vender um terreno a uma incorporadora requer do corretor de imóveis jogo de cintura e conhecimentos técnicos.
Segundo Gustavo Feola, diretor da empresa homônima, especializada em mercado de terrenos, esta é uma venda que não é feita apenas através da persuasão, mas também com o uso de argumentos racionais.
“É interessante o corretor de imóveis ter conhecimento sobre o setor, como números das viabilidades internas, taxas de retorno, lucro ou valor geral da venda”, afirma Feola, em seu blog.
O especialista elenca algumas dicas que podem auxiliar o corretor de imóveis na venda de terrenos a incorporadoras.
1 - Visite o terreno - “Circular pela região onde situa a área, conhecer o quarteirão e o bairro, sentir o ambiente ao redor, a vizinhança e o comércio, descobrir as acessibilidades e outros detalhes quanto à localização é fundamental”.
2 - Crie uma “sintonia” pessoal com os vendedores - “Promova uma boa apresentação pessoal, estabeleça afinidades, mostre conhecimento e domínio de seu trabalho”.
3 – Sonde os preços - “Procure saber sobre outros terrenos similares, para obter parâmetros comparativos”.
4 - Avalie de maneira técnica - “Após a etapa de sondagem, avalie o valor de venda do terreno, se está dentro de uma normalidade ou muito acima do mercado.”
5 - Descubra o histórico do terreno - “Pergunte aos vendedores desde quando são proprietários, veja, por exemplo, como está à situação do inventário, quem são os herdeiros e assim por diante”.
6 - Levante informações sobre inquilinos - “Analise contratos em andamento, prazo de mudança ou mesmo sobre os próprios moradores, se têm outro imóvel para a mudança”.
Você pode conferir outras dicas sobre venda de terrenos no blog de Gustavo Feola.
26 mar 2012
De olho nos gastos declarados por quem possui imóveis ou recebe aluguéis, a Receita Federal confronta os dados recebidos pelas pessoas físicas com as informações enviadas por construtoras, incorporadoras, imobiliárias e administradoras de imóveis.
Como estas empresas são obrigadas a prestar informações sobre todos os negócios que realizaram ao longo de 2011, fica fácil para a Receita identificar eventuais dissonâncias e, consequentemente, recursos que escaparam da mordida do Leão.
Confira, a seguir, as orientações para situações inusitadas envolvendo a venda, reforma e aquisição da casa própria:
Quando o bem for declarado pela primeira vez, seu valor será dado pelo dinheiro gasto com a aquisição. Essa informação jamais será corrigida por qualquer índice de preços. A Receita não está interessada em saber a valorização do imóvel, mas apenas quanto você pode embolsar se resolver vendê-lo.
O ganho de capital será dado pela diferença entre o que você levou na venda e o que você gastou na compra. É justamente por isso que muitos contribuintes, intencionalmente ou não, alteram o valor dos seus bens com o passar dos anos. Com um preço mais alto, diminui o hiato entre o valor do imóvel quando foi inicialmente adquirido e o seu preço quando foi passado pra frente. A princípio, essa “atualização” diminuiria o bolo sobre o qual incide o IR de 15% aplicado pela Receita sobre um eventual ganho de capital, dinheiro que seria recolhido quando o proprietário se desfizesse do bem.
Só que essa prática é condenada pelo Fisco. Quem submeteu valores errados deve fazer a retificação do IR em todos formulários possíveis. Isso porque o contribuinte tem o prazo de até cinco anos para retificar a declaração, com a condição que o exercício não esteja sob procedimento de ofício.
22 mar 2012
Por Guilherme Machado*
Em tempo de mídias sociais, tecnologias avançadas como tour virtual e QR Code, internet móvel, alguns corretores de imóveis podem estar se perguntando: por que falar sobre o folder? Ele não é uma ferramenta ultrapassada? Pois digo a você, engana-se quem pensa que o folder deixou de ter importância durante o atendimento a um cliente. Vamos entender o porquê?
A experiência de quem já acompanhou grandes mudanças no processo de venda de um imóvel me fez perceber que muitos corretores têm uma ferramenta de comunicação muito poderosa em mãos, mas ainda não conseguem potencializar a utilização do folder em suas negociações. Por isso, no artigo de hoje quero provocar meus colegas de profissão para uma reflexão sobre o uso adequado dessa ferramenta, desmistificando o folder.
21 mar 2012
O locatário tem o direito de preferência na compra do imóvel, caso o proprietário decida vendê-lo. É certo que não cabe ao locatário qualquer recurso para impedir a venda do imóvel em condições menos vantajosas ao locador, somente para se beneficiar. Contudo, a lei impõe ao locador a obrigação de levar ao conhecimento do locatário sua intenção de vender o imóvel.
É indispensável que dessa notificação constem todas as informações referentes à venda do apartamento. O locatário terá o prazo de trinta dias para se manifestar sobre a intenção de compra do imóvel. Caso esse prazo expire sem que ele se manifeste, o locador poderá dar prosseguimento à venda do apartamento para outros interessados.
1 – Notifique o locador, alertando-o sobre os riscos do descumprimento da legislação, em caso de não atendimento ao direito de preferência do locatário para compra do imóvel alugado.
20 mar 2012
Por Guilherme Machado*
“Seu desejo é uma ordem”. Certamente, alguma vez na vida você já ouviu esse antigo chavão. Contudo, você é capaz de compreender a responsabilidade inclusa nessa expressão? Você conhece os desejos dos seus clientes e em que isso pode te ajudar?
Uma ordem é uma sentença anunciada que precisa ser cumprida. Em nosso caso, o desejo do cliente é algo que necessita ser satisfeito. Infelizmente, ainda não temos uma bola de cristal mágica para desvendarmos esse desejo e na prática esse processo exige uma análise atenciosa de cada uma das pessoas com as quais nos relacionamos.
Percebemos, atualmente, uma mudança de comportamento no que diz respeito a uma relação de compra. Há uma nova economia e, consequentemente, um novo consumidor. Estamos em um mercado de desejos.
19 mar 2012
Como as empresas podem auxiliar na motivação do corretor de imóveis?
Segundo o corretor de imóveis, Rodrigo Barreto, uma das maneiras de motivar os corretores de imóveis, é estipular premiações contínuas para os que os que alcançarem as metas impostas, para que possa servir de estímulo aos que realmente estão interessados.
“São esses profissionais que a empresa deve fazer esforço para mantê-los em seu quadro de corretores de imóveis”, afirma Barreto.
O treinamento e o reconhecimento pelo empenho individual de cada corretor quando do seu real merecimento é outra questão que deve ser constantemente empregada pela empresa.
15 mar 2012
Trabalhar fora do paradigma corporativo é um dos segredos para quem quer se destacar e atender clientes internacionais.
Na cidade de Miami, por exemplo, originalidade e criatividade são o pontapé inicial do corretor de imóveis que quer consolidar seu nome no mercado e efetuar a venda. E ações ousadas de guerrilha integradas ao marketing imobiliário podem render bons resultados.
A corretora de imóveis Geane Brito que o diga. Atuando em Miami, estado da Flórida (USA), Geane afirma que utilizar recursos online são fundamentais para apresentar imóveis. “Procuro apresentar a campanha toda online, usando mídias sociais e ferramentas novas disponíveis. Vídeo, classificados, malas diretas virtuais, blog para divulgar o apartamento com foco nos mercados de Nova York, Miami e no Brasil. Certa vez apresentei também um estudo de comparativos na área onde se localizava o imóvel e auxiliou muito. É importante deixar a originalidade prevalecer ,” afirma.
14 mar 2012
Os porto-alegrenses estão investindo menos na compra de unidades e alugando mais imóveis, aquecendo o mercado de locação. Depois de um período ascendente, as vendas do setor na Capital começam a apresentar acomodação e até mesmo queda.
A comercialização de unidades novas caiu 25% nos últimos 12 meses, conforme dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). Em contrapartida, os aluguéis figuram como o segmento que continua movimentando esse mercado na cidade. No mesmo período, o valor médio das locações cresceu 12,5% em Porto Alegre, segundo o Sindicato da Habitação (Secovi-RS), aumentando o interesse dos investidores.
13 mar 2012
A cidade de Balsa Nova (PR), a 50 km de Curitiba e próxima do rio (não do mar), foi o lugar escolhido pela professora de ioga Domicela Stanczyk para montar sua casa feita de contêiner – uma tendência que está engatinhando no Brasil e que vem sendo cada vez mais explorada por empresas de regiões portuárias no país.
A professora teve a ideia há um ano durante uma viagem, quando passava por uma estrada entre as cidades de Las Vegas, que fica em meio ao deserto, e San Francisco, nos Estados Unidos, onde é encontrada uma maior quantidade de casas desse tipo.
A residência de Domicela tem 30 m² e foi feita a partir de um único contêiner marítimo de 40 pés. Segundo ela, a casa custou R$ 65 mil, incluindo as mobílias de sala, cozinha, quartos e banheiros, e levou 60 dias para ser erguida. “É uma construção limpa e rápida”.
12 mar 2012
Quem quiser fazer excelentes negócios este ano deve ficar atento aos empreendimentos no Setor Noroeste e em Samambaia. Com públicos específicos, as duas cidades têm tudo para se tornarem as meninas dos olhos dos clientes, seja para morar ou para investir.
No momento em que o país supera uma crise financeira, o mercado imobiliário dá sinais de constante valorização e os empresários de Brasília apostam em duas cidades neste ano: o cobiçado Setor Noroeste e a atraente Samambaia. Cada uma com suas peculiaridades e vantagens que farão toda a diferença na hora de o cliente escolher uma região do Distrito Federal para investir.
O ano de 2011 foi excelente para o mercado imobiliário do DF. Só não se imaginava que os valores continuariam crescendo e o investimento no setor se manteria como um dos mais rentáveis. Construtoras e incorporadoras não param de lançar novos empreendimentos residenciais, comerciais e até hotéis. Com a grande variedade de empreendimentos e os preços cada vez mais acessíveis, o imóvel torna-se um bem ao alcance das mais variadas classes sociais.
9 mar 2012
O setor imobiliário aos poucos está fazendo das mídias sociais um canal estratégico e de aproximação com seu público-alvo.
Líderes do mercado aproveitam a oportunidade para receber sugestões, críticas, elogios e acompanhar as tendências do setor. E não foi à toa que o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECI-SP), José Augusto Viana Neto, foi o “Usuário Destaque do Mês de Fevereiro”.
Viana Neto conta nessa entrevista sobre a sua participação nos canais sociais e quais os reflexos na gestão de um líder do setor imobiliário.
Como foi planejada a sua atuação nas redes sociais?
Vejo as redes sociais como veículos importantíssimos de comunicação. E com a intensificação de seu uso, meu objetivo principal é trocar ideias com os colegas e poder compreender de maneira rápida as mudanças do mercado.
8 mar 2012
O Dia Internacional da Mulher é comemorado hoje, 08 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1977, como forma de homenagem às mulheres pelas suas conquistas, sem fazer qualquer tipo de distinção pela nacionalidade, etnia, cultura ou política, além de uma maneira de reconhecer todas as realizações promovidas por elas ao longo da história.
Segundo a ONU, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado, pela primeira vez, em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos como forma de marcar a greve no ramo do vestuário, onde as mulheres protestaram contra as condições de trabalho. Em 19 de março de 1911, como resultado de uma reunião ocorrida em Copenhague no ano anterior, em que houve a internacionalização do Dia da Mulher, Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça foram os primeiros países a comemorar a data, quando mulheres reivindicaram o direito ao voto e a ocupar cargos públicos, além do direito das mulheres ao trabalho.
Em 1913, o Dia Internacional da Mulher foi utilizado na Rússia como forma de protesto contra a Primeira Guerra Mundial. Como parte do movimento pela paz, as mulheres russas comemoraram pela primeira vez o seu dia no último domingo de fevereiro. Ainda na Europa, em 8 de março de 1914, as mulheres foram às ruas protestar contra a guerra e demonstrar solidariedade com os outros ativistas. Em 1917, novamente como forma de protesto contra a guerra, as mulheres russas fizeram greve por “pão e paz” no último domingo de fevereiro, que caiu no dia 8 de março. Quatro dias após o início da greve, o governo concedeu o direito de voto às mulheres.
Durante o Ano Internacional da Mulher, realizado em 1975, as Nações Unidas começaram a celebrar o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. Em dezembro de 1977, uma resolução foi aprovada pela Assembléia Geral da ONU, proclamando um Dia das Nações Unidas para o Direito da Mulher e Paz Internacional, que deverá ser comemorado pelos Países-Membros em qualquer dia do ano, seguindo as suas tradições históricas e nacionais. Para a ONU, o Dia Internacional da Mulher é comemorado, oficialmente, em 8 de março desde 1975, dia tradicionalmente marcado por uma mensagem do Secretário-Geral da ONU.
A Metaimob parabeniza todas as Mulheres por esse Dia tão significativo.
7 mar 2012
Considerando a equação oferta/demanda será que não ocorrerá aqui, o mesmo que ocorreu nos Estados Unidos? O setor da construção está a cada dia mais aquecido, com inúmeras construções espalha das pelo país, de norte a sul.
Porém, neste momento ocorre também uma verdadeira desova de imóveis (Entrega de imóveis deve subir 2,6 vezes em 2012) vendidos na planta entre os anos de 2008 e 2010, dos quais muitos são de propriedade de pessoas que investiram justamente com a ideia de obter lucro com a venda destes imóveis após a entrega dos mesmos.
Assim, se levarmos em consideração o aumento na oferta de crédito e da renda dos brasileiros e a diminuição dos prazos e dos juros cobrados nos financiamentos, qual será a linha tênue que separa oferta e demanda?
Assim para enriquecer minha explanação tomem nota da manchete de um jornal de circulação nacional “Venda de imóveis novos em SP cai 21% e é a menor desde 2005″, então vem à pergunta que intitula este artigo; Será que o Brasil está preparado para evitar uma possível bolha imobiliária?
Quando ocorreu o boom da bolha imobiliária nos Estados Unidos o Brasil tomou medidas e adotou ações que minimizaram os efeitos aqui dentro, porém o fato é, que se não for feito um real “dever de casa” e forem adotadas medidas para se evitar o estouro de uma bolha imobiliária local, estaremos fadados ao que posso chamar de suicídio econômico caseiro, onde o estouro da “bolha” pode comprometer nossa economia de tal maneira que tudo o que foi conquistado até hoje se perderá e possivelmente demoraria mais 20 ou 30 anos para se recuperar.
6 mar 2012
A internet é realmente a divisora de águas para o setor comercial: pesquisa realizada pela Lopes aponta que 64% das pessoas que buscam imóveis utilizam as redes sociais para trocar e obter informações.
A entrevista foi feita com 1.193 consumidores e mostrou uma relação direta de aumento entre o público mais jovem, maioria dos que fazem a busca web.
5 mar 2012
Para o inquilino, é o fim do constrangimento; para o proprietário, é mais segurança contra inadimplência
Uma grande dor de cabeça na hora de alugar um imóvel é conseguir um fiador. Quem pode, sempre apela para algum parente que tenha imóvel na cidade em que vai morar, por mais constrangedor que seja pedir esse favor, afinal, ninguém gosta de ser fiador, por conta da responsabilidade e do prejuízo que isso pode causar.
Felizmente, o mercado evoluiu e as imobiliárias já aceitam outras formas de garantia como o seguro de fiança locatícia e o depósito caução em dinheiro.
29 fev 2012
Pessoa jurídica que deixar de apresentar a Dimob no prazo está sujeita a multas.
Termina às 23h59min desta quarta-feira, dia 29, o prazo para entrega da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob). O download do Programa Dimob 2.4b pode ser feito no site da Receita Federal.
É obrigatória a utilização de certificado digital, para apresentação da Dimob referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 2010. Para os anos anteriores, a utilização do certificado digital é facultativa. Pessoas pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) também estão livres da obrigatoriedade.
27 fev 2012
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, variou -0,06% em fevereiro. Em janeiro, o índice variou 0,25%. Em 12 meses, o IGP-M elevou-se 3,43%.
A taxa acumulada no ano é de 0,19%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (27/2) pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
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23 fev 2012
Por Guilherme Machado*
Depois de vários anos atuando no apoio às pequenas e micro empresas, o superintende do Sebrae-SP, Bruno Caetano, chegou à conclusão que em nosso dia a dia fica muito evidente: “o brasileiro tem dois sonhos – ter a casa própria e ser dono do próprio negócio”. E você já parou para refletir como essa afirmação abre diversas oportunidades de inovação para o mercado imobiliário?
O projeto de ter a casa própria, potencializado pelo bom momento da economia brasileira e maior abertura de crédito, proporcionou o aquecimento do mercado imobiliário e o profissional que deseja investir nesse segmento tem nesse cenário as condições favoráveis para iniciar um novo negócio ou incrementar algo que já exista.
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22 fev 2012
Por Ragner Lingeli Vianna*
Publicada em dezembro de 2009, a chamada Nova Lei do Inquilinato (Lei de Locações nº 8.245/91) completou pouco mais de dois anos e não ajudou a aumentar a oferta de imóveis no mercado e nem contribuiu para diminuir o valor dos aluguéis
No momento em que referida lei entrou em vigor, várias foram as críticas e os elogios às alterações por ela introduzidas. Alguns sustentando que se tratava de uma “Lei dos Proprietários” (eis que aumentava o poder desses na relação locatícia, injustificadamente), outros que traria ao mercado de locações de imóveis um incentivo que levaria ao aumento de investimento no setor e à diminuição dos valores dos aluguéis.
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20 fev 2012
O colaborador faz parte da essência do negócio e quando está satisfeito, a empresa tende a obter melhores resultados
É cada vez mais comum vermos estratégias voltadas para excelência no atendimento ao cliente externo, ou seja, o consumidor final dos nossos produtos e serviços. Contudo, não se pode deixar de lado outro público que é tão importante para o negócio que são os clientes internos, ou seja, os colaboradores das empresas.
Segundo o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, as empresas contam com uma rede de valores internos constituída por diferentes pessoas que apresentam histórias de vida, objetivos e formações distintas. “Sendo assim, para se estabelecer um relacionamento bem sucedido com os clientes externos é necessário que essa rede de valores internos esteja em sintonia com os objetivos da empresa”, afirma.
17 fev 2012
Já pensou em morar na Rua Mais Bonita do Mundo? Pois saiba que ela fica no Brasil. Mais precisamente, em Porto Alegre.
Uma rua “verde”, como um túnel formado pelas árvores que se erguem dos dois lados. Assim é a Rua Gonçalo de Carvalho, eleita pelos turistas e por especialistas como a Rua Mais Bonita do Mundo.
16 fev 2012
Por Guilherme Machado*
Você já parou para refletir que, na maioria das vezes, o primeiro contato de um cliente com um corretor de imóveis ou com uma imobiliária é por meio do telefone?
Quantas vezes você mesmo já pesquisou uma empresa na internet ou viu um anúncio, se interessou por um produto ou serviço e optou pelo contato telefônico para obter mais informações?
Mesmo diante de tantas possibilidades de comunicação decorrentes de novas tecnologias, o telefone ainda é um dos primeiros elos entre uma empresa e um cliente, o que o configura como um forte instrumento de relacionamento.
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14 fev 2012
Ainda sem destino para o carnaval? Confira as dicas para alugar um imóvel e não perca a chance de viajar
O carnaval é um dos feriados mais esperados pela maioria das pessoas. Como todo ano, muitos deixam para escolher o destino e a acomodação na última hora. Além daqueles que procuram muita folia, há os que preferem descanso e buscam locais tranquilos e confortáveis para repousar. Muitas pessoas, por questão de preferência ou em alguns casos, de economia, optam pelo aluguel de imóveis para temporada, ao invés de hotéis e pousadas. No momento da escolha, no entanto, a atenção a alguns fatores é fundamental para evitar que o tão almejado descanso se torne um período de stress e de dor de cabeça.
9 fev 2012
Informamos que a Equipe de Suporte da Metaimob vai realizar melhorias no IMOBVenda, Sistema de Vendas, no final da tarde de hoje, 09 de fevereiro: serviços de manutenção estarão sendo realizados a partir das 18h.
Dessa forma, o Sistema de Vendas ficará vulnerável a pequenas instabilidades durante a manutenção.
Esse suporte visa otimizar os recursos do IMOBVenda. Na manhã de sexta-feira, o Sistema volta a funcionar normalmente.
Caso tenha qualquer dúvida ou problema, entre em contato com a Equipe de Suporte, pelo telefone (54) 3313 6514 ou pelo e-mail suporte@metaimob.com.br

Cliente: enviamos um e-mail contendo essas informações. Verifique se o Informativo não está na caixa de spam.
8 fev 2012
Escritura pública de compra e venda e documento de matrícula de imóvel servem apenas para comprovar a propriedade do bem — e não sua posse.
Com base neste entendimento, a 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul manteve decisão que negou reintegração de posse de uma área disputada no município de Nova Prata (RS). O desembargador Nélson José Gonzaga, em decisão monocrática proferida no dia 3 de janeiro, afirmou que o autor do pedido de reintegração não comprovou a posse anterior da terra, o que seria um pressuposto para sua concessão, conforme dispõe o artigo 927 do Código de Processo Civil.
O autor pediu na Justiça que os invasores deixassem a propriedade e desfizessem uma estrada aberta no seu interior, bem como o indenizasse. No pedido de reintegração de posse, em sede de liminar, alegou que sempre teve a posse mansa e pacífica do imóvel, juntando, inclusive, documentos que provam sua escrituração e matrícula.
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6 fev 2012
De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2011, os financiamentos para a compra e construção de imóveis atingiram a marca de R$ 79,9 bilhões, sendo considerado o maior volume já registrado em todo o país.
Ao todo, foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou crescimento de 42%.
2 fev 2012
A taxa de retorno dos imóveis comerciais, somadas renda com aluguéis e valorização do imóvel, foi de 4% no quarto trimestre de 2011, de acordo com o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), divulgado na quinta-feira (2) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Com o resultado, a taxa de retorno dos imóveis comerciais voltou a subir, após apresentar recuo, no terceiro trimestre do ano passadom frente ao trimestre anterior, de 4,2% para 3,8%.
De acordo com o levantamento, considerando o último trimestre, as taxas de retorno da renda e capital foram de, nesta ordem, 2,7% e 1,3%.
Com relação ao retorno anualizado, que compara cada trimestre com o equivalente do ano anterior, houve queda no último trimestre do ano passado. Nesta comparação, as taxas de retorno de renda, capital e total foram de, respectivamente, 12%, 5,6% e 17,6%. No trimestre imediatamente anterior as taxas haviam sido de 13,1%, 6,3% e 19,4%.
1 fev 2012
Corretor de imóveis lista as principais qualidades facilitadoras da negociação com o cliente, às quais os profissionais devem estar atentos
Negociar é um dos processos mais importantes durante a venda de um imóvel. O corretor de imóveis Guilherme Machado afirma que nessa etapa é importante compreender que não é uma competição para saber quem tem mais poder, mas a habilidade de gerenciar interesses diversos a fim de se chegar a um resultado satisfatório.
Baseado nisso, o corretor de imóveis postou em seu blog, os cinco “nãos” de uma negociação com o cliente, ou seja, algumas qualidades facilitadoras às quais os profissionais devem estar atentos.
Não demonstre ansiedade- Em um relacionamento, não nos comunicamos apenas por palavras, o nosso corpo também comunica e os outros percebem quando estamos ansiosos. “Vale lembrar que a venda é um relacionamento e que essa relação requer confiança e segurança. Com isso, a postura do profissional da intermediação imobiliária deve transmitir credibilidade”.
31 jan 2012
Ter o próprio negócio é o sonho da maioria dos profissionais. Mas, como todo desafio, é importante realizar um planejamento estratégico para não ter surpresas desagradáveis
Quem nunca quis deixar de ser funcionário e partir para o empreendedorismo? No ramo imobiliário não é diferente. Hoje é normal é o corretor de imóveis obter experiência e conhecimento em uma imobiliária e depois tomar a coragem de montar o próprio negócio.
“Tudo que envolve o conhecido risco do empreendedorismo causa medo. Isso faz parte. Identificando as oportunidades e tirando bons proveitos delas, certamente se terá o sucesso”, afirma Rodrigo Barreto, em seu blog.
Para o corretor de imóveis que tem interesse em abrir o próprio negócio, mas está receoso de ser aplacado pelos riscos e incerteza de um mercado tão concorrido, seguem algumas dicas para dar o passo inicial.
Sócio? Aí está uma questão de difícil tomada de decisão. Segundo Barreto, uma sociedade adequada pode ajudar o negócio imobiliário a dar certo. Já uma parceria errada pode trazer prejuízos e, muitas vezes, rompimentos de laços familiares e de amizade. “Em princípio, toda sociedade é benéfica.
26 jan 2012
POR
Guilherme Machado*
Você certamente já deve ter ouvido a expressão “prospecção de novos clientes”, mas já parou para pensar no que isso significa e a importância que tem para a sobrevivência do seu negócio?
Nesses mais de 10 anos de atuação no mercado imobiliário, observo que muito tem se falado sobre essa técnica, mas pouco tem sido executado. Prospectar novos clientes não é fácil, pois exige que os profissionais saiam de uma estabilidade comportamental.
A prospecção de clientes é utilizada para identificação e atração de potenciais e novos consumidores. Diante de um mercado altamente competitivo é vital que as empresas e profissionais estejam atentos à importância da prospecção para que se mantenham fortes perante a concorrência.
Se você ainda tem o costume de esperar que o comprador procure o seu escritório ou a sua imobiliária, precisa rever essa postura. O mercado é dinâmico e requer profissionais proativos e que vão ao encontro dos potenciais clientes. Este é o principio básico da prospecção.
Por isso, quem domina essa técnica é considerado um diferencial no mercado. E para conhecer o real poder da prospecção no mercado imobiliário é necessário estar atento a alguns elementos.
24 jan 2012
O ano de 2011 foi de pânico em todos os mercados. Quem investe em ações, salvo algumas exceções, enfrentou um difícil período de instabilidades e perdas, principalmente por conta das crises de Estados Unidos e Europa. Como resultado, mais de 27 mil investidores deixaram a Bovespa em busca de opções mais seguras de aplicação.
Para este ano, os investimentos em renda fixa estarão em alta. Com eles, deve aumentar também a busca por imóveis comerciais e residenciais como forma de aplicação, já que a valorização desses bens seguirá forte tendência de crescimento até 2015, segundo analistas de mercado.
20 jan 2012
Alta de 0,22% na segunda prévia do IGP-M dá sinal de que inquilinos sofrerão com mais reajustes acima da inflação
A inflação usada para corrigir os contratos de aluguel voltou a acelerar na segunda prévia de janeiro. O Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), que reajusta a maior parte dos contratos de locação imobiliária, subiu 0,22% na segunda prévia de janeiro, invertendo a queda de 0,07% observada no mesmo período de dezembro de 2011, segundo informações da Fundação Getulio Vargas (FGV). A alta do indicador foi puxada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que subiu 0,81%, depois de aumento de 0,59% no mês anterior.
Até a segunda prévia de janeiro, o IGP-M acumula aumento de 4,50% em 12 meses. Apesar da elevação, os inquilinos com contratos vinculados ao índice não precisam ficar preocupados com o ritmo de reajuste de preço dos aluguéis. “O euforismo acabou. As correções ainda ocorrem um pouco acima da inflação, mas isso se dá em função das perdas dos últimos dois anos”, afirma Paulo Tavares, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG).
19 jan 2012
Viral é um conteúdo que se espalha na Internet em grandes proporções, como um vírus, por isso assim é chamado. O viral pode tornar qualquer marca conhecida e levá-la ao conhecimento de muitas pessoas.
O melhor de tudo é que para algo se tornar viral não é necessário investir nenhum centavo.
Se o conteúdo for bom ele será compartilhado e para conseguir isso você deve saber exatamente o que agradaria seu público a ponto dele não só assistir um vídeo por exemplo, como também repassá-lo.
Quer um exemplo prático? A Banda Mais Bonita Da Cidade com quase 9 Milhões de visualizações!
Quem não se lembra de As árvores somos nozes!, da Sônia do Iu Tubiu, ou do Sanduichi-ichi!
Você conhece o vídeo abaixo de algum lugar, só está achando ele meio apagadinho, certo?
O Itaú pegou um vídeo viral do YouTube, visualizado mais de 35 Milhões de vezes, tratou a imagem e transformou em um comercial bem sucedido.
O primeiro exemplo de Viral no Mercado Imobiliário brasileiro chama-se #LuizaEstanoCanada, assim mesmo com Hashtag, pois esse assunto esteve no Trending Topics do Twitter Brasil, que é a lista de assuntos mais comentados no país dentro da Rede Social e teve até direito a Tweets de celebridades sobre o assunto.
Assista o vídeo e entenda porque a propaganda se tornou viral, e saiba tudo que foi criado de propaganda gratuita para o empreendimento Boulevard Saint Germain, da construtora Aguazul.
O fato é que as pessoas acharam engraçado alguém mencionar num comercial a frase “menos Luiza, que está no Canadá”, e começaram a comentar e compartilhar.
18 jan 2012
Excelência no Atendimento é o diferencial competitivo da Metaimob e do Grupo Metasig. Por isso, a Equipe de Service-Desk, que antes já oferecia atendimento em qualquer lugar do Brasil, através de telefone ou intervenção remota, agora passa a oferecer atendimento também pela internet.
Assim, para melhorar ainda mais o canal de atendimento e gerenciamento de incidentes, o Grupo Metasig está implantando um novo processo de Atendimento ao Cliente, mais ágil e totalmente online: o Sistema de Service-Desk.
Se antes você recorria ao telefone para suprir suas dúvidas ou resolver incidentes sobre Sistemas Metaimob (IMOBVenda, IMOBLocação, IMOBCondomínio e IMOBSite) ou Sites Metasig, agora basta acessar a internet e descrever sua questão.
A Equipe de Suporte tem conhecimento instantaneamente da situação e encaminha suas demandas com muito mais agilidade. Além disso, você poderá acompanhar o andamento da sua solicitação, via Sistema online.
O Sistema de Service-Desk começará a funcionar na segunda-feira, dia 23 de janeiro. Mas não se preocupe: durante as próximas semanas a Equipe de Atendimento do Grupo Metasig irá entrar em contato com você, cliente, a fim de auxiliar nesse novo processo.
17 jan 2012
Na esteira da desaceleração já vista em 2011, o calo parece ter apertado mais para o mercado imobiliário brasileiro, que começa a ver a euforia desenfreada de 2010 ser substituída por preocupação e cautela, cenário que tende a se manter este ano.
Na visão de especialistas que acompanham o setor, esse desaquecimento, que resultou em crescimento menor no ano passado, deve se intensificar nos próximos meses, com as empresas tendo de administrar altos volumes de lançamentos, endividamento considerável e necessidade de gerar caixa.
“Vamos ver um crescimento menor que em 2011, que foi o começo do período de ajuste”, disse à Reuters o analista Marcelo Motta, do JPMorgan. “As empresas sofreram com falta de planejamento, queriam crescer demais, entrar em novas regiões onde nem sempre havia escala para operar, o que prejudicou as margens”.
17 jan 2012
Os imóveis sempre foram considerados no Brasil uma opção segura e atrativa de investimentos. Nos últimos anos, principalmente, a forte alta no preço dos empreendimentos fez com que muitas pessoas começassem a se interessar ainda mais por este este tipo de aplicação.
E você, já pensou em investir em imóveis? Acha que eles ainda podem trazer uma boa rentabilidade? Então confira as dicas do vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado.
1 – Procure se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiões
Antes de decidir pela compra de um imóvel para investir, é importante tentar se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiões. “Se o metrô já estiver naquela região, não dá pra ter nenhum retorno excepcional. Mas se ainda vão construir, se ainda estiver no planejamento, tem um potencial de valorização grande”, ressalta.
Um grande centro comercial, ou um shopping center também podem valorizar a região e o imóvel. “Foi exatamente o que aconteceu ali naquela região do shopping Bourbon, perto do Parque Antártica (zona oeste da cidade de São Paulo)”, afirma Calado.
Além disso, parques públicos também agregam valor às áreas em que estão integrados. “Os imóveis perto do Parque do povo (no Bairro do Itaim Bibi, em São Paulo) registraram uma grande alta”, diz Calado.
2 – Converse com corretores antes de comprar
O especialista lembra que os corretores têm acesso privilegiado às informações e a tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário. “Se você mostrar para o corretor que tem interesse real de investir e que procura alguma oportunidade, ele vai trabalhar para você”, diz. “Às vezes, as pessoas querem investir sem falar com ninguém. Mas a escolha pode não ser o melhor investimento para o momento”, alerta.
16 jan 2012
Condomínio barato, vista atraente, boa localização e facilidade de estacionamento elevam o valor de venda ou do aluguel.
Seja na compra para uso próprio ou para investimento, vale a pena ter em mente as características que ajudam a mais tarde valorizar o imóvel na eventual venda ou aluguel da propriedade. Alguns fatores independem do perfil do morador, como , vista atraente, ausência de umidade e, na maior parte dos casos, facilidade de estacionamento.
Bom estado geral de conservação, ventilação e luminosidade estão entre os fatores que ajudam a valorizar um imóvel
13 jan 2012
Não desapareça da vida do cliente após a venda do imóvel. Invista em um relacionamento duradouro que pode resultar, no futuro, em indicações e novos negócios.
O fechamento de um contrato é apenas o início de uma relação comercial que, dependendo do corretor, pode ser extremamente lucrativa e por longos anos. Segundo o corretor de imóveis Rodrigo Barreto, em seu post “O pós venda“, esse relacionamento pode gerar, indiretamente, inúmeros outros negócios a partir das indicações que os clientes lhe fizerem.
Mas de que forma o corretor pode realizar boas ações de pós-vendas, manter um relacionamento duradouro com o cliente, que podem se reverter em um segundo negócio? O corretor de imóveis Rodrigo Barreto dá algumas dicas em seu blog.
12 jan 2012
Se o corretor de imóveis consegue identificar o que o cliente busca, saberá quais são as soluções para cada necessidade exposta pelo cliente. Entusiasmo é a palavra-chave nesta hora, segundo o corretor de imóveis Rodrigo Barreto.
“O entusiasmo tem que ser perceptível nas atitudes, sorriso, gestos e entonação da voz. Obrigatoriamente, há de se conhecer profundamente o produto que será apresentado. E, conhecer profundamente o produto, é sabê-lo sem titubear, valendo também as mesmas regras para o produto dos seus concorrentes”, explica o corretor em seu blog.
O corretor tem que ser preciso e focar nas necessidades apresentadas pelo cliente. O mais importante é despertar informações que satisfaçam e superem os desejos revelados, enquanto estava investigando o perfil do comprador.
11 jan 2012
A concorrência estimula o aprendizado, a mudança de comportamento e atitude, segundo especialista.
A concorrência acirrada no mercado imobiliário assusta? Melhor seria atuar sozinho e soberano, vendendo tranquilamente para o seu cliente, certo? Errado. Segundo o consultor e especialista em desenvolvimento de pessoas, André Vinícius da Silva, a concorrência estimula o aprendizado, a mudança de comportamento e atitude. “Saber que alguém, a qualquer momento, pode conquistar o seu cliente, faz com que você fique mais atento e empenhado em fazer com que isso não aconteça”, comenta em seu blog.
10 jan 2012
Os fundos de investimento imobiliários movimentaram R$ 912,46 milhões em 77.075 negócios em 2011, segundo dados divulgados pela BM&FBovespa, na última sexta-feira (6).
O número representa um crescimento de 140% na comparação com o ano anterior, quando o volume financeiro registrado foi de R$ 379,09 milhões, em 24.983 negócios.
Analisando apenas os dados do mês de dezembro, os fundos imobiliários movimentaram R$ 144,16 milhões em 7.617 negócios, crescimento de 83,5% ante o mês de novembro, quando o volume foi de R$ 78,54 milhões, em um total de 7.812 negócios.
Ainda de acordo com a Bolsa, 2011 terminou com 66 fundos imobiliários registrados e autorizados ànegociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa. Já em relação às pessoas físicas, os últimos dados, disponibilizados no mês de setembro, dão conta de 45,3 mil investidores, o que significa um crescimento de 650% desde 2008.
9 jan 2012
Com a recente valorização imobiliária, muitos imóveis pequenos ou de médio padrão já valem alguns milhões de reais
Mas se o preço não é mais o que define um imóvel de milionário, como reconhecer uma casa ou um apartamento que é realmente de alto luxo? Ao contrário do que pode parecer, a metragem, por exemplo, não é um parâmetro fundamental. “Existem muitos apartamentos de alto padrão que estão construídos em lotes menores, principalmente em bairros valorizados”, diz Gabriela Villas Fernandes, diretora administrativa da Imóvel A, uma imobiliária especializada no segmento de luxo.
Gabriela aponta algumas regalias e diferenciais que definem um imóvel de alto padrão.
Localização – Imóvel só é de luxo se estiver cercado por outros como ele. Um dos primeiros pontos que diferencia um apartamento ou casa de altíssimo padrão é o bairro em que ele está, que deve ser reconhecidamente nobre.
6 jan 2012
Com a valorização avaliada como natural da lei da oferta e da procura, a especulação imobiliária também eleva os preços de imóveis e terrenos. São ações individuais ou coletivas que seguram as vendas até atingir os preços desejados, sempre, mais altos.
O presidente Conselho do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícia de Engenharia do Ceará (Ibape-CE), Marcelo Cavalcante, ratifica a tendência de valorização de novas áreas e explica que as especulações ocorrem por conta da liberdade de mercado proporcionado pelo sistema capitalista.
“Solo urbano não se multiplica, por isso encarece. O setor imobiliário é um mercado, assim como existe o mercado financeiro. Ele é livre, como prevê um dos pilares principais do capitalismo.
5 jan 2012
Com cada vez mais opções disponíveis de fundos imobiliários, muitos investidores ficam na dúvida em relação à melhor escolha: investir diretamente em imóveis ou aplicar por meio desses fundos?
A advogada especializada em imóveis Ana Carolina Almeida Ribeiro, ressalta que os fundos imobiliários trazem algumas vantagens em relação à aquisição direta do imóvel. Mas ela aponta que a variável mais importante a ser considerada é o negócio em que o fundo imobiliário concentra suas atividades. Ou seja: você deve se atentar se o imóvel que faz parte da carteira do fundo é um shopping, um hospital, ou um prédio alugado por uma grande empresa, por exemplo.
4 jan 2012
Apesar das principais empresas do setor de construção civil terem registrado um desempenho em bolsa abaixo do Ibovespa em 2011, o JP Morgan acredita que o ano que se inicia deve ser mais promissor para estas companhias. Segundo o banco, o aumento do fluxo de caixa pode ajudar a aumentar o otimismo dentro do segmento.
As top picks dos analistas Marcelo Motta e Marina Mansur continuam sendo a MRV (MRVE3), PDG (PDGR3) e Rossi (RSID3), apesar de terem registrado uma queda de 31%,35% e 46% no ano passado, enquanto o benchmark da bolsa brasileira teve queda de 18,11%. Já a Gafisa (GFSA3) liderou as perdas entre seus pares, com queda de 66% em 2011.
Segundo os analistas, margens abaixo do esperado, menor crescimento e queda nas vendas foram responsáveis pelo desempenho negativo das companhias. Além disso, os múltiplos do setor com que as ações são negociadas tornaram-se baixos, de 5,4 vezes a relação preço sobre o lucro, em comparação com os 9,1 vezes em que eram negociados em janeiro de 2011.
3 jan 2012
A projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) para 2012 é de que, o montante do crédito habitacional chegue a R$ 152,1 bilhões.
O aquecimento do setor vai de encontro à estratégia do país, que tem no fortalecimento do mercado interno e na ampliação do crédito os pilares para combater a crise internacional neste início de 2012.
2 jan 2012
País perde apenas para os Estados Unidos em atratividade para investidores.
Os Estados Unidos continuarão sendo a primeira escolha da maioria dos investidores do setor de imóveis comerciais em 2012, mas o país perdeu espaço para o Brasil, que se tornou o número dois, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo.
Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos se tornaram um ponto chamativo para investidores globais, segundo a vigésima pesquisa anual dos membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês). São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012.
29 dez 2011
Chegar à praia certo de que se tem um lugar para ficar e descobrir, em cima da hora, que o apartamento ou a casa alugados com semanas de antecedência não é bem aquilo que foi prometido – ou pior, nem existe. É o roteiro de um golpe que nunca sai de moda e, surpreendentemente, ainda lidera as reclamações de turistas nas delegacias litorâneas de São Paulo.
O cenário é perfeito e a vontade de aproveitar “a” oferta cegam quem cai nesse estelionato. A polícia recomenda que o turista não se afobe, que não tenha pressa antes de definir o local onde pretende ficar, para não ser ludibriado. “A locação deve ser feita in loco. A oferta é grande no litoral, não precisa fechar algo pela internet, sem saber o que está sendo oferecido de fato”, afirma o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, o delegado Luiz Henrique Ribeiro Artaxo, acostumado a ouvir histórias de quem foi enganado por estelionatários. “Algumas pessoas crescem os olhos em ofertas insustentáveis. Temos casos em que nem o imóvel existia de fato ou, se existia, já estava ocupado por outras pessoas.”
28 dez 2011
O Banco do Brasil (BB) pretende reforçar a concessão de crédito imobiliário em 2012. O banco deve fechar 2011 com um estoque de R$ 7,7 bilhões em financiamento de imóveis, o que representa um aumento de 126% em relação aos R$ 3,4 bilhões de dezembro de 2010. Segundo o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Caffarelli, ainda existe uma margem de R$ 5 bilhões para aumentar esse valor com recursos da poupança, podendo passar de R$ 12 bilhões no próximo ano.
27 dez 2011
Confira soluções que aproveitam cantinhos da sala e uma seleção de acessórios indispensáveis.
Colorido sobre o branco. Na sala multiúso da casa da arquiteta Sabrina Baukelmann Matar, um móvel laqueado de branco percorre a extensão sob a janela e desempenha diversas funções. “Ele comporta os equipamentos do home theater, em frente ao sofá, e funciona como aparador e louceiro junto à mesa de jantar”, conta. É nessa parte da peça que a arquiteta apoia a bandeja colorida (Marché Art de Vie) e organiza os copos e apetrechos do bar. “Uso bastante os acessórios quando recebo para festas e jantares”, diz. A escultura de madeira também é da Marché Art de Vie.
26 dez 2011
Existem diversas formas de financiar a compra de um imóvel. Antes de optar por uma delas, é importante conhecer as vantagens e desvantagens de cada modalidade. Além disso, o comprometimento da renda familiar deve ser bem avaliada antes da assinatura do contrato.
A vantagem que se tem é poder comprar o imóvel com deságio, ou seja, como o pagamento do preço é feito durante a construção, o preço final do imóvel sai mais barato e em geral, quando o imóvel fica pronto ele vale mais do que o preço pago pelo comprador. A desvantagem deste sistema também é a demora de dois a três anos para entrar no imóvel.
23 dez 2011
As corretoras de imóveis já contabilizam 32% dos profissionais atuantes, segundo pesquisa do sistema Cofeci-Creci. Conheça as características mais marcantes da atuação feminina neste mercado.
No início da profissão de corretor de imóveis, eram “eles” que encaravam o desafio da venda e locação de imóveis. Hoje, o cenário é outro. As mulheres estão encarando com muito profissionalismo e precisão a atividade que até pouco tempo era predominantemente masculina. Segundo pesquisa realizada pelo sistema Cofeci-Creci, atualmente, as corretoras de imóveis representam 32,7% dos profissionais inscritos no país.
22 dez 2011
É bem raro encontrar livros técnicos específicos sobre venda de imóveis, por isso indico Guia Prático do Corretor de Imóveis: Fundamentos e Técnicas, de Sylvio de Campos Lindenberg Filho.
O livro detalha táticas para a comercialização de imóveis com fundamentação técnico-científica e no estilo “como fazer”.
O autor apresenta uma série de cuidados e recomendações técnicas que o corretor de imóveis deverá adotar para obter sucesso nas suas vendas.
21 dez 2011
Conheça os sistemas de amortização utilizados para calcular as prestações e como eles afetam o gasto mensal.
Se a decisão de comprar um imóvel passa pela escolha de um financiamento imobiliário, é importante entender algumas questões que irão influenciar diretamente na composição do valor das parcelas, como taxa de juro, sistema de amortização e outros custos adicionais
Ao fazer um financiamento bancário, você receberá um capital sobre o qual incidirão juros. Mensalmente terá que pagar prestações (ou parcelas) até quitar todo o saldo da dívida. Cada prestação tem duas partes: amortização e juros.
Amortização é a parte do capital que está sendo devolvida ao banco. Juros são o “aluguel” do dinheiro que incide sobre todo o saldo da dívida, chamado saldo devedor. Quando você paga uma prestação, estará pagando não apenas os juros do financiamento, mas também estará amortizando, isto é, devolvendo uma parte do capital emprestado.
20 dez 2011
A chegada das férias de verão e das viagens de final de ano trazem maiores preocupações ao deixar a residência desocupada.
Para evitar acidentes e roubos, Cleodato Moisés do Nascimento, capitão da Polícia Militar de São Paulo, dá dicas de segurança sobre o que fazer antes de partir para dias de descanso.
Se você mora em condomínio, ele aconselha:
1) Não deixar a chave de seu apartamento com o porteiro: avisar apenas o síndico para que ele o comunique em caso de algum incidente;
2) Se não quiser avisar o síndico, fale com um vizinho de confiança sobre sua ausência e deixar um telefone de contato.
19 dez 2011
Os brasileiros já começaram a contagem regressiva. Em menos de 20 dias inicia-se o novo ano, e com muitas expectativas, sobretudo para os setores mais importantes da economia. Uma das questões é: como será o comportamento do mercado imobiliário ao longo de 2012? Veremos um aquecimento, uma retração, alta nos preços, mais oferta, enfim, o que podemos esperar?
O diretor de economia do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Eduardo Zaidan, aposta em uma acomodação dos preços, em relação aos níveis verificados nos anos anteriores.
Zaidan explica que os preços dos imóveis em São Paulo subiram muito nos últimos anos por conta de uma demanda reprimida que inundou o mercado. Essa forte demanda refletiu tanto a onda de estabilidade monetária pela qual o Brasil passou, com baixos índices de inflação, quanto o crescimento sustentável do País, com renda e emprego crescendo consistentemente.
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16 dez 2011
Evolução dos preços é resultado de estabilidade econômica e demanda, diz estudo
Tema de constante debate, a possibilidade de formação de uma bolha no setor imobiliário nacional é descartada por especialistas, de acordo com matéria publicada nesta quinta-feira pelo jornal ‘Brasil Econômico’.
O texto cita um a conclusão de um estudo realizado pela MB Associados para a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), segundo o qual o Brasil ainda estaria numa fase em que a demanda parece ser a razão da evolução dos preços no mercado imobiliário.
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15 dez 2011
Disponibilizar o imóvel para ser negociado em apenas uma imobiliária pode parecer desvantagem num primeiro olhar. Porém, a exclusividade na locação ou venda de um imóvel é algo que traz benefícios tanto para o proprietário, quanto para o futuro inquilino ou comprador durante as negociações.
Com a exclusividade na captação de um imóvel, a imobiliária tem certeza de que a venda ou a locação do imóvel será feita por ela, e não por outra empresa. Assim, toda a equipe de consultores estará empenhada em fechar o negócio. Além disso, o interessado no imóvel não corre o risco de ter outra pessoa visitando o imóvel no mesmo horário que ela, tirando a privacidade, garante o diretor comercial da Betha Espaço, Charles Bittencourt.
14 dez 2011
Você já parou para pensar nos motivos que levam as pessoas a comprarem um imóvel? O brasileiro hoje quer muito mais do que um apartamento para morar. Há uma busca pela realização de um sonho.
Um cenário bastante favorável – com o desenvolvimento econômico, estabilidade financeira do país e algumas mudanças na legislação – possibilitou um aumento da oferta de crédito fazendo com que mais pessoas passassem a ter acesso ao financiamento habitacional e dessa forma também pudessem concretizar o desejo da casa própria, inclusive os consumidores das classes C e D.
Como venho apontando desde o início deste blog, esse diversificado painel de clientes está cada vez mais exigente. Por isso, todos os envolvidos no segmento imobiliário devem estar atentos, desde o empresário até o operário da construção. Hoje não basta apenas entregar o empreendimento com uma boa estrutura física. Há uma maior valorização da qualidade de vida, da busca pela saúde e pela ampliação do relacionamento, ou seja, da rede social. Você concorda?
13 dez 2011
Você já deve ter ouvido falar que se deve fazer o backup dos dados de seu computador a cada período de tempo, mas o que isso significa? Backup nada mais é que fazer uma cópia de tudo o que você possui no computador, desde documentos importantes, até músicas, fotos, jogos, aplicativos, etc.
Um dos motivos mais citados e recorrentes são os vírus de computador que podem atacar a máquina e, se perigosos, podem excluir dados. Outro motivo que não pode ser esquecido é que o computador é um eletrônico e, como tal, pode falhar: muitos danos de disco rígido são causadas por peças gastas que não se alinham mais corretamente, fazendo com que o disco não consiga ler dados ou até apagá-los e, ainda, em casos extremos, deixarem de funcionar.
Agora imagine você perder planilhas, documentos, registros de clientes, contas e outras informações importantes – tanto pessoais quanto profissionais?
Por isso, recomendamos que você faça backup de seus dados de tempos em tempos: dependendo do fluxo de informações, especialistas citam que o ideal é copiar os dados ao menos uma vez por semana.
Não esqueça que o Sistema Metaimob fica alojado no seu PC e, por isso, também deve entrar na lista de backup. Todos os arquivos são armazenados no disco rígido. Faça cópia para uma memória externa e proteja suas informações.
12 dez 2011
A maioria dos imóveis financiados no Brasil é de usados. Na Caixa Econômica Federal, eles representam 52% do total, enquanto os novos ficam com 48%. Embora sejam a minoria, o percentual das unidades recém-construídas no bolo dos financiamentos bancários tem aumentado. Em 2002, elas correspondiam a 36% do volume concedido.
Os brasileiros têm financiado imóveis bem mais caros. Entre 2003 e 2011, o valor médio dos imóveis adquiridos com a linha de crédito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo(SBPE) saltou de R$ 78 mil para R$ 179 mil, uma elevação de 177,5%. Nos financiamentos com recursos do FGTS, esse preço médio subiu de R$ 37 mil para R$ 89 mil, 143% a mais.
Para o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte, não é só a disparada dos preços dos imóveis que explica essa alta significativa em oito anos. “Além da melhoria da renda e do emprego, as facilidades do crédito, com redução das taxas de juros, aumento do percentual que pode ser financiado e maiores prazos, permitiram às pessoas adquirirem apartamentos ou casas maiores e melhores”, afirma. O valor médio financiado, que pode chegar a 100% do imóvel, é de R$ 135 mil no caso das linhas da poupança e de R$ 65 mil para as do FGTS.
9 dez 2011
Negociar um imóvel sem um profissional capacitado acarreta diversos riscos que comprometem a segurança e o conforto das partes envolvidas.
O corretor de imóveis representa um peso importante na intermediação da compra, venda, permuta e locação de imóveis. O artigo 70 do quarto parágrafo da Constituição Federal declara que o exercício da profissão de corretor de imóveis somente é permitido às pessoas registradas nos Conselhos Regionais dos Corretores de Imóveis dos Estados em que a profissão é exercida. A Lei nº 4.116, que entrou em vigor em 1962, regula a profissão dos corretores, ressaltando em 21 artigos as responsabilidades do trabalhador que atua no mercado imobiliário.

Hoje, cerca de 15% dos corretores de imóveis no Brasil já possuem o curso superior em gestão de negócios imobiliários e a capital federal tem 18 mil profissionais cadastrados no Creci-DF. A procura pelo diploma e o crescimento da profissão em 21,8% em 2010 reafirmam as responsabilidades dos profissionais registrados no conselho local, que representam um peso importante na intermediação da compra, venda, permuta e locação de imóveis.
7 dez 2011
Quem está prestes a comprar a casa própria deve ter consciência de que o valor do imóvel não será o único gasto previsto na negociação. Assim, segundo informa a Primar Administradora de Bens, o comprador deve estar preparado para arcar com as despesas relacionadas à escritura, a taxas e impostos.
No geral, de acordo com o responsável pelo departamento comercial e de locações da Primar, Carlos Samuel Silva Freitas, quem está pensando em adquirir a casa própria deve reservar pelo menos o equivalente a 5% do valor do imóvel para o pagamento de gastos extras.
7 dez 2011
Para 2012, é esperado um crescimentode quase 30% no crédito habitacional, tanto com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
De acordo com um levantamento realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), para o próximo ano, mais de R$ 152 bilhões devem ser destinados à habitação, contra R$ 117 bilhões estimados para o fechamento de 2011.
Ainda segundo o sindicato, o PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil brasileira deverá crescer cerca de 4,8% em 2011 e 5,12% no próximo ano. Em outubro deste ano, o crédito habitacional e o PIB do crédito habitacional estiveram próximos.
27 jun 2011
Sempre atenta às necessidades de seus clientes, a METAIMOB acaba de lançar uma nova versão do seu Sistema Imobiliário – IMOBLocação.
Com novas funcionalidades, o Sistema de Locação está agora, muito mais interativo, proporcionando a total integração com o website das imobiliárias e oportunizando aos clientes, a emissão da segunda via do boleto e extrato do locador através do site.
Além da interatividade, a nova versão contempla também, um novo módulo financeiro: o Fluxo de Caixa. Com ele, você terá o total controle da sua imobiliária a curto, médio e longo prazo, podendo gerenciar sua disponibilidade financeira através do acompanhamento do seu Contas a Pagar e Contas a Receber, com a projeção diária de todas as entradas e saídas de valores.
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9 jun 2011
O diário de um cliente que queria comprar e de um vendedor que fez de tudo para não vender.
“Parece mentira, mas já se vão dez dias negociando com esse cliente enrolado. Hoje ele não me escapa. É comprar ou comprar”, foi assim que José começou o seu dia. Ele nem deu ouvidos ao colega, que o aconselhou a ter muita calma na hora do fechamento. Sua paciência estava esgotada. Ia pressionar o cliente, dizendo que havia outro interessado no apartamento.
José chegou perguntando se Emerson estava pronto para assinar o contrato, pois havia outro interessado no apartamento, decidido a fechar negócio no ato, até mesmo pagando mais caro. Disse ainda que estava “segurando” o imóvel em consideração a Emerson, mas não poderia esperar mais. Era pegar ou largar.
24 jan 2011
Solução gerencial para o grupo de imobiliárias de Carazinho/RS. A solução tem como objetivo, divulgar e fortalecer a marca do grupo de imobiliárias e assim, ampliar suas oportunidades de negócio. [Visite o WebSite]
24 jan 2011
Imobiliária Morada Center, de Mineiro/GO. Um WebSite moderno, voltado para a divulgação dos seus imóveis, proporcionando comodidade aos clientes da imobiliária, através da facilidade de navegação e busca por interesse. [Acesse o WebSite]
24 jan 2011
Imobiliária Master Imóveis, de Passo Fundo/RS. Uma das funcionalidades aplicadas a este cliente é o rastreamento de todos os imóveis que o usuário acessa no período de um ano, gerando dados para apoio na tomada de decisão. [Acesse o WebSite]
24 jan 2011
Imobiliária Esplendor Imóveis, de Passo Fundo/RS. Inteligência, modernidade e foco no negócio caracterizam esse WebSite. [Acesse o WebSite]
22 dez 2010
É com muita alegria que encerramos 2010! Caminhamos até aqui!
E o nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos.
Mas a beleza da caminhada e onde chegaremos depende dos que vão conosco!
Assim, que neste NOVO ANO que se inicia possamos caminhar mais e mais juntos, e ao final de 2011, termos construído, durante esta jornada, SUCESSO e PROSPERIDADE, com muita SAÚDE, AMOR E PAZ em nossas vidas.
Que venha 2011! Com muitas REALIZAÇÕES!
Deixamos uma mensagem especial para você, nosso cliente e parceiro.
Estes são os votos de toda a equipe do Grupo Metasig: Metaimob, Metasig e Prosen.
17 dez 2010
Agora o ImobVendas possui o gerenciamento de reservas.
As imobiliárias poderão se organizar e agilizar o controle das reservas dos imóveis, permitindo que os corretores acompanhem os imóveis em negociação pelos colegas, melhorando a comunicação interna e evitando conflitos na preferência de prioridade do imóvel para negociações dos mesmos.
A utilização é fácil, além de flexibilizar e proporcionar total autonomia ao gestor para gerenciar as reservas, concedendo ou não prorrogações de prazos.
Com esse novo módulo, a imobiliária reduzirá a probabilidade de conflitos entre os corretores, aumenta a produtividade dos mesmos, devido à limitação de tempo que cada corretor terá para negociar o imóvel reservado.
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Agora o ImobVendas disponibiliza do módulo de reservas para proporcionar um melhor gerenciamento interno da imobiliária e dos imóveis.
Para reservar um imóvel, o primeiro passo é clicar no botão reservar conforme a figura à seguir:
Após, informe o motivo da reserva e clique em reservar.
O tempo de uma reserva é de 7(sete) dias. Após ela expira automaticamente. Todas as reservas do corretor serão exibidas na no lado esquerdo do sistema.
Todos os imóveis reservados serão exibidos em cor laranja para que os outros corretores acompanhem se já tem algum colega que está trabalhando com o imóvel desejado.
Caso a reserva esteja expirando e o corretor necessite prorrogá-la, basta clicar na reserva desejada e clicar em prorrogar reserva.
Nesse momento o pedido de prorrogação é enviado ao corretor.
Na tela do administrador, serão listados todos os pedidos de prorrogação de reserva.
O administrador terá a possibilidade de conceder a prorrogação da reserva até a data desejada ou negar a mesma.
Agora, é só você reservar o imóvel desejado e trabalhar para ampliar as suas vendas.
25 nov 2010
Por: Julia Ramos M. Leite
Apesar da forte expansão vista nos últimos anos, não há bolhas no mercado imobiliário brasileiro. Essa é a opinião do presidente da PDG Realty (PDGR3), José Antonio Grabowsky, que traçou perspectivas bastante otimistas para o setor.
“Há um espaço muito grande para crescer nos próximos dez anos”, afirmou Grabowsky em evento realizado nesta quarta-feira (24) pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) e pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) em São Paulo.
Grabowsky classificou a oportunidade do mercado imobiliário brasileiro como “gigantesca”. Segundo ele, não há bolhas porque o movimento recente é uma recuperação dos praticamente 20 anos em que o setor ficou praticamente estagnado.
“O déficit habitacional é grande, o crescimento populacional e mudanças em termos de idade e capacidade de pagamento, além da ascensão da classe média, trazem uma perspectiva de crescimento enorme para o setor”, completou o executivo.
O papel do governo
Grabowsky pontuou ainda a importância dos investimentos públicos no mercado imobiliário. “O Minha Casa, Minha Vida é o primeiro programa sério em muito tempo para tentar resolver o déficit habitacional. A baixa renda não era adequadamente atendida por dificuldades de viabilizarpagamento de compradores”, disse.
Para o executivo, as parcerias entre os setores público e privado são necessárias para o setor. “A responsabilidade é geralmente jogada para o setor privado; às vezes isso é viável, às vezes não – em especial na baixa renda”, ressaltou.
Demanda em alta
O presidente da PDG afirmou que a demanda é o que menos preocupa no setor. “Com financiamentos, a demanda do setor está garantida”, explicou.
Segundo ele, a evolução do crédito imobiliário do sistema de poupança é essencial, e deve acompanhar a demanda. “Há alternativas dentro do próprio sistema de poupança, mecanismos de funding facilitam as operações, acreditamos que vamos ter que ter uma nova fonte de recursos, provavelmente a securitização, que é uma alternativa a poupança e ao FGTS”, disse.
Grabowsky destacou que essa nova opção abriria acesso a novas e importantes fontes de financiamentos. “Esse é o caminho que o mercado vai ter que perseguir para viabilizar esse crescimento grande que teremos nos próximos dez anos”.
Mercado de capitais
O executivo destacou ainda a enorme ajuda do mercado de capitais, tanto via ações quanto via dívida, no desenvolvimento do setor. “O acesso ao mercado ajudou na expansão do setor e na criação de grandes empresas imobiliárias”, disse.
Fonte: Qual a Boa da Bolsa?
13 ago 2010
Proposta em discussão na Câmara prevê dispensa de fiador, se valor for debitado direto do salário do inquilino
SÃO PAULO – A possibilidade de desconto do aluguel residencial na folha de pagamento do inquilino pode se tornar realidade em 2011. O mercado analisa que a medida favorece proprietários, inquilinos e até administradoras. Mas há dúvida quanto à necessidade de abolir a figura do fiador.
A Câmara dos Deputados vem discutindo o assunto com base no projeto de lei 7.266/10, de autoria do deputado Eliene Lima (PP-MT), que prevê a assinatura de contratos de aluguel sem a necessidade de fiador. A proposta limita o débito a 25% da remuneração líquida do locador.
“Um morador do meu estado me deu a ideia do projeto. Ele tinha dificuldade de alugar um imóvel devido às exigências documentais rígidas”, conta o deputado. “Aqui mesmo em Brasília, onde os aluguéis estão entre os mais caros do País, as imobiliárias exigem que o inquilino tenha dois fiadores, sendo um com imóvel quitado no Distrito Federal e ambos com renda equivalente a três vezes o valor do aluguel.” Na opinião do deputado Lima, o desconto em folha dará ao proprietário do imóvel “uma segurança excepcional”.
“É verdade que o projeto traria vantagens para o locador”, diz a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. “Ele não precisaria mais ir atrás do pagamento”, diz, explicando que muitas vezes é ele ou a administradora do condomínio que coleta o aluguel de casa em casa.”Isso sem falar na emissão de boletos bancários e envio pelo correio.” Por outro lado, considera, “se for retirada a figura do fiador, o pagamento do aluguel perderia sua garantia de recebimento”. Ela ainda questiona: “E como ficaria o pagamento do IPTU e do condomínio?”
O diretor da imobiliária Nova SP, Durval Falcão Vaz, elogia a iniciativa. “Tudo que a legislação faz para garantir o pagamento ao proprietário é bem-vindo”, diz.
“A última mudança feita na lei do inquilinato, no sentido de dar garantia ao locador, foi a criação de liminar de despejo na falta de pagamento. Hoje em dia pode-se despejar o inadimplente em pouco tempo, caso não tenha um fiador, seguro fiança ou depósito de garantia”, explica Vaz.
O diretor da Nova SP refere-se à lei de despejo que entrou em vigor em janeiro de 2010. No caso da ação de despejo por falta de pagamento, o locador pode requerer em juízo a liminar de desocupação do imóvel em 15 dias. Essa liminar é feita em caráter de urgência, sem que seja necessário ouvir o locatário.
Aquecimento. “Se a proposta entrar em vigor, a mudança provavelmente aquecerá o mercado de locação. Muitos proprietários se sentirão incentivados a alugar imóveis vagos há muito tempo.”
No entanto, ele acredita que a figura do fiador não deveria sair de cena, mesmo que o aluguel fosse descontado na folha de pagamento. “Se o inquilino perder seu emprego, o locador perderá automaticamente a garantia. E a ideia é justamente criar mais uma forma de assegurar os pagamentos. Deveria haver uma medida que pudesse ser aplicada no caso da perda do emprego”, diz.
A aprovação do projeto também beneficiaria as administradoras dos condomínios, que não precisariam mais emitir boletos. Além disso, segundo Vaz, poderia haver queda no número de ações contenciosas (litigiosas) iniciadas por essas empresas.
A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados. Se aprovada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e Cidadania da casa, segue para apreciação do Senado.
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/suas-contas,desconto-de-aluguel-no-holerite-deve-aquecer-mercado,not_30958,0.htm
6 ago 2010

Um tema que merece atenção das empresas do ramo de empreendimentos imobiliários, especialmente agora, diante das mais novas decisões do Superior Tribunal de Justiça, é o da cobrança indevida, pela municipalidade, do Imposto sobre Serviços (ISS) sobre a incorporação, visto que, no mais das vezes, a cobrança é realizada sobre fato que não se constitui serviço tributável, gerando um indevido pagamento em franca contrariedade à lei.
Em decisão do último dia 7 de junho, o STJ analisou que “não é possível a cobrança do Imposto sobre Serviços na atividade de incorporação imobiliária, quando a construção é feita pelo incorporador em terreno próprio, por sua conta e risco. O entendimento é da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao julgar o recurso do município de Natal (RN) contra a Empresa de Serviços e Construção Ltda (Escol)”.
No voto do relator, o ministro Castro Meira, ele destaca que “na incorporação direta, que é o caso, o incorporador constrói em terreno próprio, por sua conta e risco, realizando a venda das unidades autônomas por ‘preço global’, compreensivo da cota de terreno e construção. Como a sua finalidade é a venda de unidades imobiliárias futuras, concluídas, conforme previamente acertado no contrato de promessa de compra e venda, a construção é simples meio para atingir-se o objetivo final da incorporação direta; o incorporador não presta serviço de construção civil ao adquirente, mas para si próprio. Logo, não cabe a incidência de ISS na incorporação direta, já que o alvo desse imposto é atividade humana prestada em favor de terceiros como fim ou objeto; tributa-se o serviço-fim, nunca o serviço-meio, realizado para alcançar determinada finalidade. As etapas intermediárias são realizadas em benefício do próprio prestador, para que atinja o objetivo final, não podendo, assim, serem tidas como fatos geradores da exação”.
O ISS, conhecido como Imposto Sobre Serviços, regulamentado decisivamente pela a Lei complementar 116/97, além de legislações municipais, atento ao comando constitucional contido no artigo 156, III da Constituição Federal, é disciplinado pela referida lei complementar da seguinte forma: “artigo 1º — O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador”.
O ISS trata-se de tributo incidente sobre a efetiva prestação de um fazer humano consubstanciado em serviço, atrelado ainda, em observância ao critério da estrita legalidade, a já conhecida lista de serviços anexa à lei complementar, sob pena de absoluta ausência de previsão legal para cobrança.
Fica claro que na prestação de serviço tem que existir a figura do tomador, ou seja, aquele que recebe um serviço, noutro dizer, o ente que toma para si uma prestação de um fazer humano contratado. Já na figura do prestador, descobre-se o praticante direto do fato gerador, aquele que materializa, sob o ponto de vista da ótica tributária, a hipótese de incidência, o realizador da tarefa contratada.
Vale ressaltar, que o reconhecimento do encontro destes elementos é de suma importância, para fins da perfeita caracterização do serviço passível de tributação pelo ISS, independentemente da natureza do elo contratual que une os dois sujeitos implicados no fato. O contrato estabelecido, entre eles, é mera exteriorização da relação que se pretende travar, pois a essência do fato gerador repousa exatamente na ação realizada em si, para fins de caracterização da natureza da operação sob exame. Funciona assim, o pacto celebrado, apenas como indício não determinante do destino da tributação.
Portanto, só há ISS diante de uma efetiva prestação de serviço, e diga-se ainda, não sobre o seu resultado, pois independentemente deste, o serviço foi prestado. Em assim sendo, diante de uma obrigação de realizar o fato, como já brilhantemente pontuou o Mestre Aires F. Barreto, em sua reverenciada obra “Curso de Direito Tributário Municipal“, de 2009, se o ISS incidisse sobre a relação jurídica bastaria contratar a prestação de serviço para incidir imposto, independentemente da sua efetiva realização. Passando então, a ser um imposto sobre contratos e não sobre serviços.
A luz de tudo isto, analisa-se a venda de unidades imobiliárias quando construídas pelo incorporador, dono do terreno sob o qual o empreendimento foi implantado. Operação sob a qual a municipalidade vem exigindo, ilegalmente, o pagamento do Imposto sobre serviços.
Os negócios de venda de unidades imobiliárias exteriorizam-se em compra de imóvel com entrega futura, na qual, o vendedor das unidades se responsabiliza a realizar a construção seja por ele próprio ou mediante contratação de terceiro. Em sendo um terceiro, o responsável pela construção do imóvel, facilmente identificam-se as figuras do tomador do serviço (incorporador, que pode ser o dono de imóvel) e do prestador dos serviços (mero construtor). O problema está quando o dono do imóvel e o construtor fundem-se na mesma pessoa, pois a pertinência do ISS desaparece justamente quando se revela a inexistência dos dois sujeitos individualizados, o prestador e o tomador dos serviços, ante a obviedade de ninguém poder prestar serviço para si próprio.
Esta configuração, de suma importância, é definidora do destino desta operação, sob o ponto de vista da tributação local. Pois que a verdadeira compreensão da realidade fática é que determinará com absoluta legitimidade a pertinência do direito da Municipalidade ao ISS.
Num outro enfoque, já percebido pelo STJ, não é simples o fato de as unidades imobiliárias serem vendidas na planta que é determinante para caracterizar a prestação de serviço. Para o órgão, merece análise toda a configuração da operação, identificando-se os elementos necessários para existência de prestação de serviço passível de incidência de ISS.
De fato, pela natureza deste contrato de venda futura, é efetivamente a empresa, por vezes dona do terreno no qual será erguida a edificação, que arca com todos os seus custos, riscos e eventuais prejuízos, distintamente das chamadas construção por condomínio, pois os custos não necessariamente guardam relação com valor pago pelos adquirentes da unidade a ser construída, e, muitas vezes, estes recursos não são diretamente e integralmente usados para a obra, havendo casos em que ela é custeada pelo incorporador. Esvazia-se, assim, por completo a fundamentação jurídica da cobrança do ISS, na medida em que a construção é etapa de um núcleo muito maior que é a entrega da unidade imobiliária, especialmente, diante da constatação de não ser possível prestação de serviço para si próprio.
Resgatando um salutar tecnicismo, nota-se ainda que a própria designação do termo incorporação, na letra da norma (Lei 4.591/64), deixa dúvida acerca da pertinência da pretendida incidência do ISS, não fazendo parte, inclusive, do rol de serviços expostos na lista de serviços anexa à Lei Complementar 116/03, nem tampouco se encontra na lista anterior que acompanhava o Decreto-Lei 406/68, fragilizando ainda mais a pretensa cobrança.
O Superior Tribunal de Justiça já decidiu por diversas vezes que se o incorporador assume as funções de construtor e em terreno alheio, realizada por forma de empreitada ou de administração, está obrigado ao tributo. Na hipótese referida, tem-se uma construção sob encomenda em terreno de terceiro, se delineado, claramente, a figura do tomador e a do prestador, sob a qual, configura-se fato gerador de ISS incidente, repise-se, sobre a construção feita pelo incorporador que cumulou as duas tarefas.
Enquanto não seja possível a prestação de serviço para si próprio, somando-se inexistência expressa do item incorporação da lista dos serviços do ISS, mostra-se ilegal qualquer tentativa de cobrança do referido imposto, devendo as empresas, ficarem atentas, a mais esta investida do fisco contra seu patrimônio.
Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-ago-04/incidencia-iss-atividade-incorporacao-imobiliaria-deixa-duvida
2 ago 2010

Com quatro feiras simultâneas, SEMANA oferece uma gama de produtos para quem quer comprar e decorar seu imóvel, bem como contratar serviços
Muito mais negócios, milhares de compradores e uma ampla diversidade de produtos e serviços. É desta forma que a SEMANA IMOBILIÁRIA SÃO PAULO 2010 está se preparando para receber o público visitante no período de 23 a 26 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
Formada por quatro Feiras – SISP (5º Salão Imobiliário São Paulo), EXPO SÍNDICO SECOVI CONDOMÍNIO (16ª Feira de Novidades e Soluções para Condomínios, Residências e Empresas), FIAFLORA EXPOGARDEN (13ª Feira Internacional de Negócios de Paisagismo, Jardinagem, Lazer e Floricultura) e CASA & DECORAÇÃO SHOW (1ª Feira de Móveis, Produtos para Decoração e Complementos para o Lar) – e três eventos integrados – PRÊMIO MASTER, CICLO DE PALESTRAS PARA SÍNDICOS e CONVENÇÃO SECOVI -, a SEMANA espera reunir 85 mil consumidores, em uma área de 40 mil metros quadrados de exposição.
“Juntas, as quatro feiras propiciarão mais oportunidades de negócios aos visitantes. Quem compra um imóvel precisa mobiliá-lo e equipá-lo da maneira mais adequada ao seu estilo, além de contratar serviços”, explica Marly Parra, Diretora de Feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado.
O Salão Imobiliário São Paulo é um evento tradicional no Estado de São Paulo e já consta do calendário oficial de atividades da cidade. “Empresários e compradores esperam a realização do SISP, o que demonstra a força desse segmento econômico. Os visitantes podem conferir em um único local várias ofertas, escolher o imóvel que cabe no orçamento da família e, assim, realizar o sonho da casa própria. Já os expositores percebem o crescimento da confiança pública nas suas empresas e nos seus produtos, o que beneficia institucionalmente todo o segmento da construção civil e imobiliária”, analisa João Crestana, presidente do Secovi-SP.
Para as empresas que ainda não reservaram seu espaço no SISP, o presidente do Sindicato da Habitação deixa o recado: “a presença no Salão é um estímulo à melhoria da dinâmica do mercado, que já é constante, mas requer aprimoramentos, principalmente quanto ao incentivo de utilização de novas fontes de recursos para os financiamentos à produção e aquisição de imóveis”. Além disso, as empresas participantes terão condições diferenciadas e mais favoráveis para participar do evento. “Importante garantir a presença no SISP o quanto antes”, ressalta Crestana.
Voltado para compradores finais e pessoa jurídica, o SISP deve reunir cerca de 100 expositores, que ofertarão imóveis a partir de R$ 150 mil em todas as regiões do Estado de São Paulo, além da Região Metropolitana (38 municípios), do Interior do Estado – num raio de 200 quilômetros -, de outros estados e até mesmo países, a exemplo das últimas edições. “O SISP oferece imóveis residenciais, comerciais, corporativos (escritórios), industriais, unidades no campo ou na praia e aquelas voltadas para investimento”, explica Daniel Zanetti, Show Manager do Salão.
Focada nos síndicos e administradores de condomínios residenciais e empresariais, a EXPO SÍNDICO SECOVI CONDOMÍNIO, com cerca de 150 marcas, oferecerá uma variedade de produtos, lançamentos e novidades, além de condições diferenciadas de preços e pagamentos, com ofertas únicas e uma programação de palestras.
Com a participação de mais de 130 expositores, a CASA & DECORAÇÃO SHOW estará dividida em cinco setores – móveis e decoração, eletrodomésticos, utilidades domésticas, materiais para reforma e acabamento e home office – para apresentar o que há de mais moderno nesses segmentos.
A FIAFLORA EXPOGARDEN é a principal vitrine de lançamentos, tendências e soluções técnicas para o setor, e nesta edição o visitante poderá conhecer as novidades de cerca de 220 expositores, divididos em quatro setores principais, que remetem aos quatro elementos da natureza – AR, ÁGUA, FOGO e TERRA.
Mais informações:
SEMANA IMOBILIÁRIA SÃO PAULO
Data: 23 a 26 de setembro de 2010
Horário: Dias 23 e 24, das 12h às 21h; dias 25 e 26, das 10h às 21h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209
Entrada: mediante credenciamento antecipado ou pagamento de ingresso na entrada do evento.
Fonte: http://www.portalvgv.com.br/site/semana-imobiliaria-sao-paulo-2010-chega-reformulada-e-mais-completa/
15 jul 2010

Será realizado em São Paulo, entre os dias 15 a 17 de setembro, a 10ª Conferência Internacional da Sociedade Latino Americana de Estudos Imobiliários (LARES, na sigla em inglês de Latin American Real Estate Society). Durante o evento serão apresentadas as mais recentes pesquisas sobre o mercado latino-americano de real estate, desenvolvidas por especialistas brasileiros e internacionais.
Realizada anualmente, o tema central desta edição da Conferência será “O crescimento sustentável do mercado latino-americano de real estate”. Nos três dias de duração do evento, pesquisadores e profissionais do setor irão debater sobre a expectativa de desenvolvimento sustentável do mercado imobiliário na América Latina nos próximos anos, devido à maior estabilidade econômica e ao aumento da disponibilidade de crédito para aquisição de imóveis especialmente no Brasil.
Os impactos que deverão ser provocados em alguns segmentos do mercado brasileiro de real estate com a realização da próxima Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 no País também serão abordados na Conferência. Em uma das sessões plenárias do evento haverá um mesa-redonda sobre os reflexos da Copa de 2014 no mercado imobiliário de São Paulo.
Na Conferência, também serão discutidas outros temas atuais do setor de real estate, como os aspectos legais e corporativos em real estate; avaliação imobiliária; planejamento e desenvolvimento urbano; e financiamento imobiliário. Completam a pauta de discussões as transações e o mercado de ações de real estate; gestão de projetos; e políticas públicas e sustentabilidade em real estate.
“A Conferência Internacional da LARES é um dos únicos eventos do gênero no Brasil que promove a aproximação das pesquisas e práticas em real estate desenvolvidas no meio acadêmico por profissionais do setor”, avalia o presidente da Conferência, Cláudio Tavares de Alencar. “O evento cresceu muito ao longo desses últimos dez anos em que é realizado, e tem registrado uma participação cada vez maior tanto de pesquisadores como de profissionais e investidores do setor de real estate”, conclui.
A programação preliminar do evento está disponível no site www.lares.org.br/2010/por/index_por.htm
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/cotidiano/evento-internacional-sobre-mercado-imobiliario-na-america-latina-acontece-em-sp/35455/
9 jul 2010
O Brasil vive um ”boom” imobiliário, impulsionado pelo crescimento econômico e por uma oferta de crédito habitacional.
De acordo com o Ibope e com a consultoria Global Property Guide, a valorização média dos imóveis no País nos últimos 12 meses, a contar de abril de 2010, foi de 22%, atrás apenas de Hong Kong (30%) e Cingapura (25%). E os bons ventos do setor não se restringem ao canteiro de obras ou às corretoras. O desempenho do mercado de imóveis impulsiona também uma modalidade de investimento pouco difundida entre os brasileiros: os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), no qual grupos de investidores reúnem capital para comprar e construir imóveis ou aplicar em ativos ligados direta ou indiretamente a eles, como ações de construtoras.
A rentabilidade dessas aplicações provém, na maior parte das vezes, dos rendimentos com os aluguéis dos imóveis, distribuídos, na maioria dos casos, mensalmente entre os investidores. Porém os lucros também podem ter outras origens, como a valorização das ações de companhias do setor. No primeiro semestre deste ano, o volume de novas cotas lançadas pelos FIIs foi recorde, atingindo R$ 1,36 bilhão. O valor é o maior da série histórica iniciada em 2000, e quase o dobro do registrado no mesmo período de 2009 (R$ 688,88 milhões), segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Em maio, os dez maiores fundos imobiliários do País pagaram uma média de 1,53% em rendimentos sobre o valor inicial das cotas, de acordo com dados da consultoria Fundo Imobiliário. No mesmo mês, o Ibovespa registrou queda de 6,07%. Embora as cotas desses fundos sejam negociadas na bolsa desde 1993, a popularização do investimento, especialmente entre investidores pessoa física, é algo mais recente. “Está havendo um crescimento forte desse mercado desde 2007″, observa Tom Farkas, analista da Fundo Imobiliário.
Segundo ele, esse aquecimento se traduz em elevação dos preços de compra e dos aluguéis dos edifícios, resultando em maior emissão de cotas e no incremento da demanda por esses fundos. Em paralelo, a redução da taxa Selic os tornou mais atrativos ante outras aplicações. “O desenvolvimento do mercado de imóveis está popularizando os fundos de investimento imobiliário, com mais pessoas buscando informações sobre eles”, diz Rossano Oltramari, analista-chefe da corretora XP Investimentos. Oltramari aponta também que a ampliação dos investimentos públicos e a elevação do consumo e da renda refletiram-se no setor imobiliário, assim como a instalação de grandes empresas no País nos últimos anos. “Essas empresas têm necessidade de captar recursos para a construção de escritórios, recorrendo muitas vezes aos Fundos Imobiliários”, disse o analista. Atualmente, existem 96 fundos de investimento imobiliário no Brasil, com patrimônio total de R$ 5,7 bilhões. Desses, 38 operam na BM&FBovespa e são abertos ao público em geral. Eles são admintrados por empresas e possuem um diretor específico; em determinados casos, têm também um gestor de imóveis, responsável por prospectar os melhores investimentos (como a realização de reformas e melhorias que valorizem os bens). A administração do imóvel em si pode ser feita diretamente pelo gestor do fundo ou terceirizada.
Como participar
Para participar de um fundo de investimento imobiliário, primeiramente é necessário contratar uma corretora que trabalhe com esse produto. A fração mínima de um FII é a cota, que pode ser adquirida no lançamento do fundo ao mercado (emissão primária) ou comprada de outros cotistas no mercado secundário, por meio da bolsa ou das operações de balcão. Diferentemente das ações, as cotas não são negociadas em lotes, mas unitariamente. De acordo com a consultoria Fundo Imobiliário, o preço médio é de R$ 1 mil.
Vantagens
Entre as vantagens dos FIIs apontadas por analistas e pela CVM, que regula a atividade, estão a maior segurança e o retorno em relação a outras aplicações, como o investimento direto em imóveis. “A distribuição dos rendimentos é feita mensalmente na maioria dos fundos”, afirma Oltramari, sendo que, por lei, 95% dos lucros são distribuídos semestralmente. Os outros 5% podem ficar no caixa, mas devem ser aplicados em títulos de renda fixa.Outro atrativo é a isenção tributária para aqueles fundos que negociem na bolsa e possuam no mínimo 50 participantes. Membros pessoa física com até 10% das cotas são isentos do Imposto de Renda (IR) no recebimento dos rendimentos. Nos demais casos incide IR de 20%, também aplicado, sem distinção, sobre os lucros obtidos na venda das cotas pelo associado.
Em relação a aplicação em imóveis, os FIIs levam vantagem por necessitarem de um capital muito menor para investimento. Pessoas físicas com poucos recursos podem participar dos lucros de grandes empreendimentos, sem ter de arcar com as dificuldades e riscos de um imóvel próprio: vacância, problemas com o inquilino, manutenção ou custos com documentos.
Riscos
Como toda aplicação, os Fundos Imobiliários dependem do desempenho da economia, podendo ter a rentabilidade comprometida com uma eventual desaceleração do mercado de imóveis. “A baixa liquidez das cotas também é uma questão a ser observada”, afirmou José Goes, economista da corretora WinTrade. A falta de liquidez é atribuída a duas causas. A primeira é o fato de a maior parte dos investidores manter-se em posse das cotas para receber os lucros mensais, em vez de especular com a valorização do ativo. A segunda é motivada pelo fato de quase metade dos fundos listados na bolsa (18) negociarem somente no mercado de balcão organizado, que reduz a velocidade de formação de preços e a rotatividade. Para solucionar esse problema está surgindo no mercado de FIIs o instrumento do formador de mercados, uma instituição que garante a compra e a venda das cotas, aumentando a liquidez. No entanto, o Fundo Presidente Vargas é o único a contar com o mecanismo, inaugurado em abril.
Fonte: http://www.expressomt.com.br/noticiaBusca.asp?cod=77113&codDep=3
30 jun 2010
A chamada nova classe média brasileira, ou seja, famílias com renda entre R$ 1,1 mil e R$ 4,6 mil já somam 92 milhões de pessoas. É esse o grupo responsável pelo crescimento do setor imobiliário, e conseqüentemente pelo aquecimento de outros setores, como o de decoração e acabamento, que estão totalmente relacionados com a questão imobiliária. Essa classe média brasileira já é responsável, desde o ano passado por essa movimentação. Primeiro foi o aquecimento do setor imobiliário que fez com que as principais construtoras do país destinassem mais de 50% dos seus empreendimentos somente visando a classe média brasileira.
25 jun 2010

A crescente demanda por novos imóveis aumentou, nos grandes centros urbanos, a pressão sobre áreas com histórico de usos anteriores, seja industrial ou comercial, muitas vezes com potenciais problemas de contaminação ambiental nos solos ou águas subterrâneas. Esses passivos podem gerar custos elevados na implantação dos projetos previstos para as áreas ou riscos legais envolvendo responsabilidades civis. Previamente à compra destas áreas é necessária a realização de avaliações ambientais, para permitir aos compradores o conhecimento de qualquer passivo existente. A avaliação ambiental ocorre em etapas, consistindo no levantamento de informações sobre o uso da área, vistorias em campo, sondagens geológicas, instalação de poços de monitoramento, realização de análises químicas de solos e águas subterrâneas e comparação dos resultados com padrões de referência de qualidade ambiental. Como o resultado da avaliação obtém-se um diagnóstico conclusivo da situação do local, com estimativas de custos necessários para as eventuais necessidades de projetos de remediação ou monitoramento, permitindo, dessa forma, uma avaliação pelo comprador, da viabilidade econômica do empreendimento.
Os custos envolvidos na condução destas avaliações são pouco significativos frente aos investimentos propostos ou aos possíveis riscos envolvidos no empreendimento, decorrentes de atrasos no licenciamento, custos de remediação, necessidade de alterações nos projetos. O conhecimento prévio destas informações permite aos compradores uma melhor negociação das áreas, uma vez que os custos de remediação estimados podem ser abatidos do valor do terreno. Muitos investidores e incorporadores vêm procurando realizar estas avaliações, como ferramenta para tomada de decisão da compra de novos terrenos ou, em casos em que a contaminação já é conhecida, para a transformação deste problema em uma oportunidade de negócios.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=30899
24 jun 2010

Acessão imobiliária É o acréscimo a um bem imóvel resultante de um acontecimento natural ou de uma obra humana.
Agente financeiro Instituição financeira, pública ou privada, com a qual é feito o financiamento (autorizado, obrigatoriamente, pelo Banco Central).
Alienação fiduciária É a transferência do devedor para o credor do domínio de um bem, em garantia de pagamento. O credor conserva o domínio do bem alienado (posse indireta) somente até a liquidação da dívida garantida. Após a quitação do pagamento, o comprador adquire o direito de propriedade do imóvel.
Anticrese É um contrato pelo qual o devedor entrega ao credor um imóvel, dando-lhe o direito de receber os frutos e rendimentos como compensação da dívida. É uma consignação de rendimentos. Esse contrato deve ser lavrado por escritura pública e transcrito no Registro Geral de Imóveis.
Benefícios fiscais São considerados benefícios fiscais as isenções, as reduções de taxas, deduções à matéria tributável e à coleta, amortizações e reintegrações aceleradas, e outras medidas fiscais de idêntica natureza.
Bonificações (Crédito à habitação) Reduções na taxa de juro do crédito à habitação, suportadas pelo Estado.
Cadastro imobiliário Registro feito por agentes do ofício público de todas as operações relativas a bens imóveis e a direitos a eles condizentes, promovendo a escrituração e assegurando aos requerentes a aquisição e o exercício do direito de propriedade e a instituição de ônus reais de garantia ou aquisição.
Cartório de notas Local onde são arquivados documentos importantes e onde funcionam os registros públicos, ofícios de notas e tabelionatos.
Certidão de teor Documento emitido pela Conservatória do Registro Predial, para atestar a situação em que o imóvel se encontra (quem é o proprietário, se está hipotecado, etc.)
Contratos de duração limitada (Arrendamento) Contratos em que as partes estipulam um prazo para a duração efetiva dos arrendamentos urbanos.
Cooperativa habitacional É uma cooperativa formada com o intuito de construir casas populares, a serem vendidos a seus associados, podendo para tanto efetuar operações creditórias.
Dação pro solvendo (Dação em Função do Cumprimento ) Tem por objeto a realização de uma prestação diferente da que é devida, o seu fim não é, no entanto, o de extinguir imediatamente a obrigação, mas sim o de facilitar o cumprimento.
Acompanhe semanalmente as novas postagens sobre o título!
16 jun 2010

Segmentos de idiomas e imobiliário estão atentos às oportunidades nas cidades-sedes do evento.
As perspectivas de negócios para o setor de franchising em 2010 são positivas, podendo registrar um crescimento de 16%. O ano corrente, no entanto, não é o único foco de expansão das redes de franquias brasileiras. De olho na demanda que será gerada pela Copa do Mundo de 2014, as cidades-sede dos jogos no Brasil devem ser contempladas com novas unidades de redes de diversos segmentos.
Alguns serão ainda mais incrementados e preparam estratégias especiais para gerar mais receita até o evento. As oportunidades de negócios para o setor estão sendo apresentadas na 19ª ABF Franchising Expo, a maior feira de franquias da América Latina, iniciada ontem no Expo Center Norte, em São Paulo.
O diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Camargo, aponta que o varejo deve passar por um crescimento indiscriminado, puxado pela alta circulação de turistas nos locais que receberão as partidas. Shopping centers e centros comerciais devem ganhar novas lojas franqueadas em todos os níveis. Algumas franquias, ainda, devem alavancar determinados setores favorecidos com a chegada dos estrangeiros.
“Eventos desse tamanho garantem investimentos crescentes na construção civil, fora outras áreas que precisarão de infraestrutura como o turismo e o estudo de idiomas”, diz o dirigente. Camargo prevê que muitos produtos específicos serão gerados, impulsionados pela Copa.
Presente em 13 municípios gaúchos, a escola de idiomas CNA vê o evento esportivo como uma grande oportunidade para a abertura de novas franquias. No estande da ABF Franchising Expo 2010, em São Paulo, a empresa divulga produtos recém- lançados com foco no evento. Pensando nos cerca de 500 mil turistas que devem chegar ao País em 2014, o grupo idealizou cursos direcionados para taxistas, vendedores e outros profissionais que estarão em contato direto com os visitantes.
Além disso, o diretor comercial de expansão da CNA, Juzeti Lopes, revela que a atual estratégia de recrutamento de alunos conta com o chamado Snack (um pequeno curso de aulas demonstrativas) que aborda temas sobre a Copa do Mundo. A identificação com o mundo esportivo também é abordada pelo diretor. “Investimos constantemente em mídia esportiva, cerca de R$ 15 milhões ao ano, que tem um alcance muito grande e desperta a curiosidade do investidor pela marca”. O planejamento da rede estima agregar, em um período que se iniciou ano passado e vai até 2012, 400 novos pontos.
Na Fisk, que também trabalha com o ensino de outras línguas, a procura de empreendedores para a abertura de franquias no entorno das cidades-sedes de 2014 já foi percebida. Por isso, há a preocupação em se antecipar a essa demanda. Com crescimento estável de aproximadamente 20% ao ano em números de unidades, a rede tem como objetivo a abertura de ao menos 50 novas escolas anualmente.
Somente no ano passado foram 108 novas unidades, superando as expectativas. “Nosso primeiro trimestre de 2010 foi 15% melhor do que em 2009″, comemora Fernando Lobo, supervisor de franquia da Fisk. Ele afirma que a região Sul é destino dos próximos investimentos da companhia e, somente em Porto Alegre, cinco novas unidades devem ser inauguradas, uma no mês que vêm e as outras até o fim de 2011.
No mercado imobiliário, a Copa será o grande cartão de visita do Brasil. A expectativa é do diretor-executivo da Remax Brasil, Peixoto Accyoli. A rede internacional entrou no mercado brasileiro em outubro, com planos de fechar o ano com 100 franquias. Até ontem, porém, já estava com 68 unidades negociadas, fato considerado um êxito pelo dirigente. Para 2014, pretende fazer do País uma opção para a segunda residência de turistas estrangeiros, com uma rede de imobiliárias franqueadas que já contam com 10 escritórios na região Sul, onde chegou a poucos dias e nem mesmo realizou a abertura oficial das negociações. “A Copa será o melhor momento para vender o Brasil como investimento imobiliário e turístico”, destaca.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=30781&codp=21&codni=3
9 jun 2010

FGV prepara Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária
Indicador deverá entrar em vigor no segundo semestre e trará dados consolidados sobre a receita de investimentos no setor comercial.
Por Mirian Blanco
Está em desenvolvimento, na Fundação Getúlio Vargas, a formatação do primeiro indicador dedicado à mensuração da receita de investimentos no setor imobiliário brasileiro. Trata-se do Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária – IBRI, que deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano, e trará dados consolidados sobre a receita de investimentos no setor comercial, de shopping center, de escritórios comerciais, galpões industriais, garagens, entre outros. Futuramente, o indicador deverá agregar também o setor residencial.
“O índice vai aumentar a transparência, o nível de conhecimento sobre o setor imobiliário, além de facilitar a vida de quem investe nessa área”, diz Paulo Pichetti, pesquisador da FGV-IBRE – Instituto Brasileiro de Economia. Segundo ele, o indicador será alimentado com informações concedidas, mês a mês, pelos agentes que detêm carteiras de investimentos em imóveis, como fundos de pensão.
“A ideia é que seja fornecido o valor de avaliação dos imóveis, o valor das receitas de aluguel e outras receitas correntes, e também das despesas, tanto na forma de capital – investimentos e benfeitorias -, quanto despesas operacionais, como propaganda, despesa de condomínio, contas de entidades públicas etc”, afirmou Pichetti.
Fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/mercado-imobiliario/fgv-prepara-indice-brasileiro-de-rentabilidade-imobiliaria-175624-1.asp
4 jun 2010
As linhas de financiamento para a casa própria da Caixa atendem a todas as faixas de renda familiar, possuem prazo de pagamento de até 30 anos e prestações decrescentes. Os juros são a partir de 4,5% ano, mais TR, para imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida – PMCMV e variam de 4,5% a 13% ao ano, mais TR, nos casos de utilização de recursos FGTS e SBPE. Para quem quer sair do feirão com imóvel próprio, basta levar documentos como RG, CPF e comprovantes de renda (três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, para o caso de renda informal).
2 jun 2010
Nos dias 26 e 27 de maio, os proprietários da imobiliária Compasso, Pedro e Francis Rosa receberam na sede da empresa em Concórdia/SC a equipe da Metaimob de Passo Fundo/RS para a implantação e treinamento do novo software de gerenciamento de vendas e locações.
“ O principal objetivo com a implantação do software de gerenciamento de vendas e locações é atender melhor nosso cliente. Com a implantação da ISO 9901/2000 sentimos a necessidade de buscar no mercado um programa que atendesse todas as necessidades da imobiliária, e o produto da Metaimob vem ao encontro dessa necessidade” diz o proprietário.
A Metaimob parabeniza todos os funcionários da Compasso pela participação e agradece a sua equipe de implantação e treinamento por mais um cliente satisfeito.
5 mar 2010
Presença On-line: Internet – onde o mundo inteiro procura informações e serviçosO QUE É UM SITE?
Site é o nome que se convencionou dar para uma página na Internet onde usuários podem visualizar informações. É uma abreviação do nome em inglês “web site”, que, em tradução livre para o português, é algo como “lugar na rede”. Todos os sites juntos formam grande parte da World Wide Web (que dá origem ao www) – a rede de Internet – acessada por bilhões de vezes por dia por usuários do mundo inteiro.
Este site pode ser a págia de um banco, de um jornal, de um restaurante, ou até da sua empresa. E o endereço tem formato padronizado como: www.suaempresa.com ou www.seuprojeto.com, o que chamamos de nome de domínio.
Na próxima semana você ficará sabendo um pouco mais sobre o que é um nome de domínio.
Até lá!
22 jan 2010
Muitas pessoas consideram vendas e marketing como termos sinônimos. Na realidade, porém, a venda constitui apenas um dos muitos componentes do marketing. No mundo dos negócios, venda refere-se á comunicação pessoal de informações para persuadir um prospect (cliente potencial) a comprar algo um bem, um serviço, uma idéia ou outra coisa — que atenda suas necessidades individuais. Essa definição de vendas implica uma pessoa ajudando outra pessoa.
O profissional de vendas costuma trabalhar com prospects ou clientes no sentido de examinar suas necessidades, fornecer informações, sugerir um produto que atenda aquelas necessidades e prestar atendimento pós-venda, a fim de garantir a satisfação a longo prazo.
A definição envolve também a comunicação entre vendedor e comprador, profissional de vendas e comprador discutem as necessidades e conversam sobre como o produto irá atender tais necessidades. Se o produto for o que a pessoa necessita, o profissional de vendas tenta persuadi-la a comprá-lo.
Então não esqueça o ato de vender vai além de uma conversa com o cliente tentando persuadi-lo a comprar, exige preparo e planejamento para que a negociação se torne mais uma venda de sucesso para a empresa.
Fonte: Professor Daniel Demarchi, docente de Gestão de Vendas da Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis da Universidade de Passo Fundo.
22 jan 2010
Gestão financeira pode ser definida como a gestão dos fluxos Monetários derivados da atividade operacional da empresa, em termos de suas respectivas ocorrências no tempo. Ela objetiva encontrar o equilíbrio entre a “rentabilidade” (maximização dos retornos dos proprietários da empresa) e a “liquidez” (que se refere à capacidade de a empresa honrar seus compromissos nos prazos contratados). Isto é, está implícita na necessidade da Gestão Financeira a busca do equilíbrio entre gerar lucros e manter caixa.
Assim sendo, pode-se dizer que a gestão financeira esta preocupada com a administração das entradas e saídas de recursos monetários provenientes da atividade operacional da empresa, ou seja, com a administração do fluxo de disponibilidade da empresa.
Usualmente entende-se que o responsável pela gestão financeira, operacionalização e controle do fluxo (receitas, despesas financeiras) é o gestor da área financeira. Esta é uma visão simplista e equivocada do problema, dado que o fluxo caixa nada mais é do que a distribuição no tempo de todas as entradas e saídas de numerário geradas pelas atividades da empresa, conclui-se que o gestor da área financeira absolutamente não pode ser o único responsável por ele. Cada gestor das diversas áreas da empresa divide esta responsabilidade com o gestor financeiro a partir do momento em que cada decisão tomada impacta de alguma forma o fluxo de caixa.
Fonte: Rodrigo Marciano da Luz, Contador e Professor da Universidade de Passo Fundo. Especialista em Auditoria, Pericia e Arbitragem.
19 jan 2010
A nova Lei do Inquilinato entra em vigor no dia 25. O escritório Cerveira e Dornellas Advogados Associados destaca as principais mudanças e faz um comparativo com a norma ainda vigente. De acordo com o advogado Mário Cerveira, “se a antiga lei já beneficiava o locador, agora beneficia ainda mais e a relação entre locador e locatário ficou ainda mais desequilibrada”.
Para o especialista, “é evidente que as alterações são manifestamente prejudiciais aos inquilinos, especialmente aos não residenciais”. A lei pode trazer prejuízos especialmente para os pequenos empresários, que não têm estrutura administrativa adequada e poder de barganha, entre outros fatores.
O escritório destaca, por exemplo, o artigo 68, que permite a uma das partes, na renovação do contrato, pedir a arbitragem de um aluguel provisório, até a decisão final. Se o locador consegue demonstrar, por exemplo, que o novo aluguel deve ser muito superior ao atual, o juiz poderá determina que o inquilino pague 80% do valor até a decisão final.
Veja abaixo o quadro comparativo entre as leis:
| Texto atual | Texto a partir do dia 25 |
| Art. 4. Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, segundo a proporção prevista no art. 924 do Código Civil e, na sua falta, a que for judicialmente estipulada. | Art. 4. Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, proporcionalmente ao período de cumprimento do contrato, ou, na sua falta, a que for judicialmente estipulada. |
| Art. 12. Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da sociedade concubinária, a locação prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel. | Art. 12. Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel.
§ 1º Nas hipóteses previstas neste artigo e no art. 11, a sub-rogação será comunicada por escrito ao locador e ao fiador, se esta for a modalidade de garantia locatícia. § 2º O fiador poderá exonerar-se das suas responsabilidades no prazo de 30 (trinta) dias contados do recebimento da comunicação oferecida pelo sub-rogado, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador. |
| Art. 39. Salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel. | Art. 39. Salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel, ainda que prorrogada a locação por prazo indeterminado, por força desta Lei. |
| Art. 40. O locador poderá exigir novo fiador ou a substituição da modalidade de garantia, nos seguintes casos:II – ausência, interdição, falência ou insolvência do fiador, declaradas judicialmente; | Art. 40. ………………………………………………… II – ausência, interdição, recuperação judicial, falência ou insolvência do fiador, declaradas judicialmente;
(Inciso acrescido) X – prorrogação da locação por prazo indeterminado uma vez notificado o locador pelo fiador de sua intenção de desoneração, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador. Parágrafo único. O locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia locatícia no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de desfazimento da locação. Parágrafo único. O locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia locatícia no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de desfazimento da locação |
| Art. 59. Com as modificações constantes deste capítulo, as ações de despejo terão o rito ordinário.§ 1º Conceder-se-á liminar para desocupação em quinze dias, independentemente da audiência da parte contrária e desde que prestada a caução no valor equivalente a três meses de aluguel, nas ações que tiverem por fundamento exclusivo | Art. 59. …………………………………………………(Incisos acrescidos ao § 1º)
VI – o disposto no inciso IV do art. 9º, havendo a necessidade de se produzir reparações urgentes no imóvel, determinadas pelo poder público, que não possam ser normalmente executadas com a permanência do locatário, ou, podendo, ele se recuse a consenti-las; VII – o término do prazo notificatório previsto no parágrafo único do art. 40, sem apresentação de nova garantia apta a manter a segurança inaugural do contrato; VIII – o término do prazo da locação não residencial, tendo sido proposta a ação em até 30 (trinta) dias do termo ou do cumprimento de notificação comunicando o intento de retomada; IX – a falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento, estando o contrato desprovido de qualquer das garantias previstas no art. 37, por não ter sido contratada ou em caso de extinção, ou pedido de exoneração dela, independentemente de motivo. § 3º No caso do inciso IX do § 1º deste artigo, poderá o locatário evitar a rescisão da locação e elidir a liminar de desocupação se, dentro dos 15 (quinze) dias concedidos para a desocupação do imóvel e independentemente de cálculo, efetuar depósito judicial que contemple a totalidade dos valores devidos, na forma prevista no inciso II do art. 62. |
| Art. 62. Nas ações de despejo fundadas na falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação, observar-se á o seguinte:
I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito; II – o locatário poderá evitar a rescisão da locação requerendo, no prazo da contestação, autorização para o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial, incluídos: a) os aluguéis e acessórios da locação que vencerem até a sua efetivação; b) as multas ou penalidades contratuais, quando exigíveis; c) os juros de mora; d) as custas e os honorários do advogado do locador, fixados em dez por cento sobre o montante devido, se do contrato não constar disposição diversa; III – autorizada a emenda da mora e efetuado o depósito judicial até quinze dias após a intimação do deferimento, se o locador alegar que a oferta não é integral, justificando a diferença, o locatário poderá complementar o depósito no prazo de dez dias, contados da ciência dessa manifestação; IV – não sendo complementado o depósito, pedido de rescisão prosseguirá pela diferença, podendo o locador levantar a quantia depositada; V – os aluguéis que forem vencendo até a sentença deverão ser depositados à disposição do juízo, nos respectivos vencimentos, podendo o locador levantá-los desde que incontroversos; VI – havendo cumulação dos pedidos de rescisão da locação e cobrança dos aluguéis, a execução desta pode ter início antes da desocupação do imóvel, caso ambos tenham sido acolhidos. Parágrafo único. Não se admitirá a emenda da mora se o locatário já houver utilizado essa faculdade por duas vezes nos doze meses imediatamente anteriores à propositura da ação. |
Art. 62. Nas ações de despejo fundadas na falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação, de aluguel provisório, de diferenças de aluguéis, ou somente de quaisquer dos acessórios da locação, observar-se-á o seguinte:
I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito; II – o locatário e o fiador poderão evitar a rescisão da locação efetuando, no prazo de 15 (quinze) dias, contado da citação, o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial, incluídos:…. III – efetuada a purga da mora, se o locador alegar que a oferta não é integral, justificando a diferença, o locatário poderá complementar o depósito no prazo de 10 (dez) dias, contado da intimação, que poderá ser dirigida ao locatário ou diretamente ao patrono deste, por carta ou publicação no órgão oficial, a requerimento do locador; IV – não sendo integralmente complementado o depósito, o pedido de rescisão prosseguirá pela diferença, podendo o locador levantar a quantia depositada;……………………………………………………. Parágrafo único. Não se admitirá a emenda da mora se o locatário já houver utilizado essa faculdade nos 24 (vinte e quatro) meses imediatamente anteriores à propositura da ação. |
| Art. 63. Julgada procedente a ação de despejo, o juiz fixará prazo de trinta dias para a desocupação voluntária, ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes:
§ 1º O prazo será de quinze dias se: b) o despejo houver sido decretado com fundamento nos incisos II e III do art. 9° ou no § 2° do art. 46. |
Art. 63. Julgada procedente a ação de despejo, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes:
§ 1º ……………………………………………………………… b) o despejo houver sido decretado com fundamento no art. 9º ou no § 2º do art. 46. |
| Art. 64. Salvo nas hipóteses das ações fundadas nos incisos I, II e IV do art. 9°, a execução provisória do despejo dependerá de caução não inferior a doze meses e nem superior a dezoito meses do aluguel, atualizado até a data do depósito da caução. | Art. 64. Salvo nas hipóteses das ações fundadas no art. 9º, a execução provisória do despejo dependerá de caução não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução. |
| Art. 68. Na ação revisional de aluguel, que terá o rito sumaríssimo, observar-se-á o seguinte:
II – ao designar a audiência de instrução e julgamento, o juiz, se houver pedido e com base nos elementos fornecidos pelo autor ou nos que indicar, fixará aluguel provisório, não excedente a oitenta por cento do pedido, que será devido desde a citação; IV – na audiência de instrução e julgamento, apresentada a contestação, que deverá conter contraproposta se houver discordância quanto ao valor pretendido, o juiz tentará a conciliação e, não sendo esta possível, suspenderá o ato para a realização de perícia, se necessária, designando, desde logo, audiência em continuação |
Art. 68. Na ação revisional de aluguel, que terá o rito sumário, observar-se-á o seguinte:
II – ao designar a audiência de conciliação, o juiz, se houver pedido e com base nos elementos fornecidos tanto pelo locador como pelo locatário, ou nos que indicar, fixará aluguel provisório, que será devido desde a citação, nos seguintes moldes: a) em ação proposta pelo locador, o aluguel provisório não poderá ser excedente a 80% (oitenta por cento) do pedido; b) em ação proposta pelo locatário, o aluguel provisório não poderá ser inferior a 80% (oitenta por cento) do aluguel vigente. IV – na audiência de conciliação, apresentada a contestação, que deverá conter contraproposta se houver discordância quanto ao valor pretendido, o juiz tentará a conciliação e, não sendo esta possível, determinará a realização de perícia, se necessária, designando, desde logo, audiência de instrução e julgamento; V – o pedido de revisão previsto no inciso III deste artigo interrompe o prazo para interposição de recurso contra a decisão que fixar o aluguel provisório |
| Art. 71. Além dos demais requisitos exigidos no art. 282 do Código de Processo Civil, a petição inicial da ação renovatória deverá ser instruída com:V – indicação de fiador quando houver no contrato a renovar e, quando não for o mesmo, com indicação do nome ou denominação completa, número de sua inscrição no Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento, endereço e, tratando-se de pessoa natural, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e o número da carteira de identidade, comprovando, em qualquer caso e desde logo, a idoneidade financeira; | Art.71. …………………………………………………..
V – indicação do fiador quando houver no contrato a renovar e, quando não for o mesmo, com indicação do nome ou denominação completa, número de sua inscrição no Ministério da Fazenda, endereço e, tratando-se de pessoa natural, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e o número da carteira de identidade, comprovando, desde logo, mesmo que não haja alteração do fiador, a atual idoneidade financeira; |
| Art. 74. Não sendo renovada a locação, o juiz fixará o prazo de até seis meses após o trânsito em julgado da sentença para desocupação, se houver pedido na contestação. | Art. 74. Não sendo renovada a locação, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, se houver pedido na contestação. |
Fonte: Terra
19 jan 2010
Programa habitacional contratou 229,9 mil moradias
O programa lançado pelo governo federal em março, Minha Casa, Minha Vida, terminou o ano com contratos de 229,9 mil moradias no país. O número mostra que o governo atingiu pouco mais de 22,9% da meta proposta de construir 1 milhão de habitações.
O mercado imobiliário esperava que o número atingisse pelo menos 400 mil moradias até o fim deste ano. A quantia foi garantida pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em outubro.
Segundo pesquisa produzida pela Caixa Econômica Federal (CEF), com dados calculados até o dia 21 de dezembro, dessas 229,9 mil moradias, 60,3% (139,9 mil) estão sendo financiadas por famílias com renda até três salários mínimos. Outros 28,7% (66,2 mil) dos financiamentos são destinados para quem recebe entre três e seis salários mínimos. E o restante, 10,3% (23,8 mil) das unidades habitacionais, foi contratado por pessoas que têm renda entre seis de dez salários mínimos. Os contratos já assinados pela CEF somam R$ 11,6 bilhões.
As informações são do site G1.
Fonte: ClicRBS
19 jan 2010
Tanto a comercialização quanto o lançamento de novos imóveis voltam a crescer com força em Porto Alegre.
A tava de velocidade de vendas foi de 21,63% em novembro de 2009.
Em outubro, havia ficado em 12,77%.
Em novembro de 2008, foi de 9,61%.
O indicador é calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul e faz a relação das vendas sobre as ofertas.
Em novembro, foram comercializadas 911 unidades novas e lançadas, 121.
O acumulado de 12 meses ainda é inferior ao período igual anterior, tanto em crescimento, lançamentos e vendas. No entanto, é preciso lembrar que, neste caso, se compara meses com efeitos da crise mundial com uma época de forte expansão. Mas a recuperação já começou.
Fonte: ClicRBS
19 jan 2010
O advogado Sérgio Sender, especialista em direito imobiliário, responde às dúvidas enviadas pelos internautas que assistem ao Bom Dia Rio e fala sobre as novas regras do setor.
Fonte: G1
15 dez 2009
Empresa de investimentos imobiliários do bilionário americano adquire participação na BRFE, sexta empresa brasileira do seu portfólio
O megainvestidor americano Sam Zell deu ontem mais uma demonstração de seu apetite pelo mercado imobiliário brasileiro. A sua empresa de investimentos Equity International comprou 8,52% de participação na Brazilian Finance & Real Estate (BRRE), especializada em financiamento imobiliário para pessoas físicas e empresas. Trata-se da sexta empresa brasileira do setor no portfólio de Zell. O investidor já era acionista relevante na Gafisa, Tenda, BRMalls, Bracor e AGV.
Há quatro meses, o sócio de Zell, Gary Garrabant, já havia antecipado ao Estado a existência de negociações com uma empresa de financiamento imobiliário. A ideia era aproveitar o possível boom do crédito no País, com a queda na taxa básica de juros (Selic), e do crescimento da demanda por imóveis populares.
Essa operação é estratégica para ambos, de acordo com o diretor-geral da BFRE, Fabio Nogueira. Por um lado, representa a entrada da Equity no mercado brasileiro de financiamento imobiliário, que “está só começando”, segundo o executivo. Para a BFRE, o novo sócio pode trazer investidores internacionais, por exemplo, para os fundos administrados pela Brazilian Capital, e contribuir para uma futura colocação de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) no mercado internacional.
A BFRE não divulga o valor pago por Sam Zell. Os recursos serão aplicados na companhia. Com a operação, a participação da Ourinvest Real Estate cai de 50,5% do total para 46,2%, enquanto a do fundo internacional TPG-Axon passa de 49,5% para 45,28%. A Equity International tem a opção de comprar, até janeiro, mais 12,2% da BFRE. Se a opção for exercida, essa fatia será adquirida da Ourinvest Real Estate, que receberá os recursos da venda.
Segundo Nogueira, os executivos da BFRE conversam com Sam Zell e Gary Garrabrant há dez anos. Mas, se o namoro é antigo, o noivado teria começado após a desistência da abertura de capital da BFRE.
O executivo garante que a intenção de fazer o lançamento inicial de ações (IPO) está mantida, mesmo com o aporte da Equity International na companhia. Segundo ele, a entrada de Sam Zell na empresa não foi a razão da suspensão da oferta pública de distribuição primária de units (certificados de depósito de ações), anunciada no dia 27 de novembro. “Foi uma feliz coincidência”, afirmou.
Nogueira conta que a empresa considerou mais adequado adiar o IPO para que os resultados auditados do quarto trimestre pudessem ser mostrados aos potenciais investidores, pois o desempenho no período será uma fotografia da empresa “mais fiel”. Questionado se o IPO será realizado no primeiro semestre de 2010, o executivo limitou-se a responder que “se existirem condições de mercado, por que não?”.
A BRFE atua por meio de quatro subsidiárias operacionais: Brazilian Mortgages, BM Sua Casa, Brazilian Securities e Brazilian Capital. O financiamento à produção para incorporadoras e construtoras é oferecido pela Brazilian Mortgages, empresa que concede ainda crédito imobiliário para pessoas físicas, área de atuação também da BM Sua Casa. A Brazilian Mortgages é responsável pela estruturação de fundos de investimento imobiliário (FIIs), enquanto a Brazilian Securities é focada na compra de recebíveis imobiliários e emissão de CRIs. A Brazilian Capital atua na gestão de portfólio para clientes locais e internacionais. O coinvestimento em fundos é feito pela própria BFRE.
Fonte: Estadão
8 dez 2009
Voz: Padre Marcelo Rossi
Estes são os votos de todos os integrantes do Grupo Metasig, para seus Clientes, Parceiros e Colaboradores!
GRUPO METASIG
8 dez 2009
A cadeia da construção civil – composta por mercado imobiliário, obras públicas e pelo segmento privado de ampliação de unidades comerciais e industriais – deverá ter crescimento real de 8,8% em 2010, conforme projeção da Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Considerando os preços de 2008, a projeção é que o Produto Interno Bruto (PIB) da construção chegue a R$ 160,7 bilhões no próximo ano, ante os R$ 147,7 bilhões estimados para 2009.
A expectativa é que os investimentos imobiliários cheguem a R$ 202 bilhões em 2010, ante R$ 170 bilhões este ano.
“O mercado imobiliário está se recuperando, ainda que não tenha chegado aos níveis de 2008. As contratações do Minha Casa, Minha Vida na Caixa Econômica Federal estão acontecendo e as obras vão se acelerar em 2010″, afirmou o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe. Segundo ele, há perspectiva também de expansão das obras de infraestrutura, com mais investimentos públicos, principalmente em função das eleições de 2010. “O setor privado está voltando a investir no aumento da capacidade produtiva, inclusive com ampliação das unidades industriais.”
O Sinduscon-SP estima que a construção teve expansão de 1% este ano, abaixo de todas as projeções anunciadas desde o fim de 2008. Conforme Watanabe, o crescimento mais modesto ocorreu por causa da queda do consumo de materiais pelas famílias, que não se recuperou em relação ao ano passado. No fim de 2008, a perspectiva era de que haveria expansão de 3,5% a 4,7% este ano, a projeção foi depois reduzida para o piso de 3,5%. Em setembro, passou para de 2,5% a 3,5%. Em julho, o setor recuperou as vendas perdidas no fim de 2008.
Fonte: Último segundo
8 dez 2009
Prédio inteiro foi vendido em duas horas em São Paulo. Imóveis de um e dois quartos são os mais buscados.
Uma pesquisa em São Paulo mostra que o ritmo de vendas de imóveis aumentou no segundo semestre deste ano, principalmente de casas e de apartamentos menores.
Um prédio inteiro foi vendido rapidamente em São Paulo. “A gente esperava vender rápido, mas não como foi feito. Em duas horas”, disse Marcos França, incorporador.
O bancário Thiago Silva comprou um dos 256 apartamentos no centro de São Paulo. “É só pagar parte durante a construção e depois financiar o resto assim que tiver pronto. E dar o FGTS”, disse ele.
O bancário Marcelo Marouka tirou um dia para garantir o seu imóvel. “Eu cheguei 5h20. Até eu finalizar a assinatura do contrato, já eram 20h30, que foi a hora que eu saí de lá”, afirmou.
Nos últimos cinco meses, a venda de imóveis ganhou um ritmo que há muito tempo não se via. Até julho, 50% dos lançamentos eram vendidos nos primeiros seis meses. Hoje, em um semestre, 70% dos imóveis na planta, ou em construção, já têm dono.
“Isso é muito rápido e muito saudável para o mercado imobiliário. Inclusive na estruturação da operação e na tranquilidade que dá tanto para o incorporador quanto para os consumidores”, disse Celso Petrucci, economista da Secovi.
A pesquisa do Sindicato do Mercado Imobiliário de São Paulo revela também que o perfil das novas casas e apartamentos está mudando. Cai a construção de três e quatro dormitórios e aumenta a de um e, mais ainda, a de dois dormitórios – a preferida da classe média em crescimento.
“Eu acho que é um consumidor que sempre existiu. O que não existia era tanto imóvel, ou tanto construtor preocupado com esse perfil de comprador”, disse Valéria Correia, corretora de imóveis.
Em um feirão no estado de São Paulo, a expectativa é de vender dez mil unidades no ABC paulista em quatro dias. Para quem ainda mora com os filhos na casa da sogra, como Renata Pimentel, técnica em radiologia, a oportunidade é de ouro. “A sogra é legal porque está aturando a gente há dois anos na casa dela. Não é qualquer sogra que faz isso”, disse ela.
Fonte: G1
8 dez 2009
Boas notícias. Em resumo, foi isso que se ouviu no Cityscape Latin America, que reuniu uma centena de executivos do mercado imobiliário nesta semana, em São Paulo. No Brasil a crise já passou, o país conseguiu se recuperar rapidamente dos impactos do tropeço financeiro global, e o mercado imobiliário está melhor do que se poderia esperar.
Promovido pelo Informa Group nos dias 2 e 3 de dezembro, o Cityscape Latin America reuniu executivos de toda a cadeia do setor imobiliário. Logo cedo, o diretor da Landix Real Estate Investments, Tomás Awad, apresentou dados animadores. “O ativo imobiliário não deixou de ser atrativo, apesar de a crise ter se iniciado justamente no segmento de real estate. Nos EUA, empresas do setor foram capazes de captar dinheiro novo para reestruturar balanços no final deste ano, o que comprova o interesse dos investidores pelo setor.”
Ao fazer uma análise do mercado brasileiro, Awad elogiou o “management” das empresas locais. “Todos foram muito responsáveis. As empresas reduziram lançamentos e se mobilizaram para que o Governo Federal acelerasse o lançamento do projeto “Minha Casa, Minha Vida”.
As perspectivas para 2010 são, em geral, melhores que se poderia imaginar no final do ano passado. Esta análise se confirmou na apresentação do CEO e Fundador da MaxCap Real Estate, José Paim de Andrade Junior. Em meio a um panorama geral da economia brasileira, Paim destacou as vendas em shopping centers, que “têm crescido 12% ao ano em termos reais”.
A demanda por espaços corporativos também tem aumentado, sem falar na demanda por habitação. “Apesar de um gap de 20 anos sem financiamento imobiliário, são construídas no Brasil 1,5 milhão de habitações novas por ano”, explicou o executivo.
Aproveitando o gancho da apresentação de José Paim, o presidente do Secovi-SP, João Crestana, fez um manifesto de luta contra a informalidade no setor. “Destas 1,5 milhão de habitações que são erguidas por ano no país, 800 mil tem alto grau de informalidade. Além disso, uma construção sem planejamento e acompanhamento técnico custa de 3 a 4 vezes mais”, explicou o presidente do Sindicato da Habitação. “É hora de ter visão estratégica, e pensar no que queremos para o Brasil de 2022, quando celebraremos os 200 anos da independência”, afirmou Crestana.
O Cityscape Latin America acontece há três anos no Brasil por iniciativa do Informa Group. A série internacional de eventos de investimentos no mercado imobiliário inclui ainda alguns dos maiores encontros de real estate no mundo, como o Cityscape Dubai, Cityscape India, Cityscape Asia e Cityscape USA.
Fonte: Segs
8 dez 2009
“Estamos preocupados com a provável falta de mão de obra especializada em 2010″, disse Petrucci
SÃO PAULO – O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) estima um crescimento de 10% a 15% do mercado imobiliário brasileiro em 2010, considerando lançamentos e vendas. Recentemente, o Secovi-SP se reuniu com representantes de outras entidades de todo o País, que apontaram que a percepção em relação a 2009 é melhor que a verificada em 2008. “As vendas foram iguais ou maiores que no ano passado”, disse o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci. Já os lançamentos foram reduzidos.
O crescimento esperado, no entanto, gera apreensão no setor. “Estamos preocupados com a provável falta de mão de obra especializada em 2010. Vão faltar engenheiros e técnicos de nível universitário”, disse Petrucci. Existe também preocupação com os prazos de entrega, em decorrência da possibilidade de falta de equipamentos ou aumento do custo de mão de obra. Possíveis aumentos dos custos de construção são outra preocupação. “Há setores oligopolizados, como cimento, fios e cabos e vidros”, afirmou o representante do Secovi-SP.
Entre os desafios para o setor, Petrucci citou a redução da burocracia na aprovação de projetos. Ele defendeu que as obras do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” tenham qualidade e que o setor imobiliário brasileiro não repita erros ocorridos em países como Espanha e Estados Unidos.
Fonte: O Estadão
2 dez 2009

O financiamento imobiliário, um dos alicerces da expansão do crédito no País em 2009, também está obtendo crescimento no setor de incorporação e construção. Segundo dados de mercado, o setor cresceu, neste ano, cerca de 39%, de aproximadamente R$ 23 bilhões em janeiro a um saldo total perto de R$ 32 bilhões em outubro, com R$ 9,4 bilhões em negócios no ano. Apostando no setor, o grupo Santander Brasil, chegou a um volume de negócios de R$ 3,2 bilhões neste ano, chegando à liderança do mercado, com 34% de participação.
Segundo a superintendente de Crédito Imobiliário para Pessoas Jurídicas da instituição, Alda Lucia Rosselli, já há uma retomada de crescimento depois de um período mais agudo de crise. “O mercado imobiliário brasileiro praticamente recuperou o ritmo de negócios de antes da crise. As incorporadoras retomaram seus projetos”, analisa.
Como exemplo da recuperação do setor, a executiva diz que a instituição fechou um negócio de R$ 118 milhões com a incorporadora Syene para um projeto habitacional em Salvador.
O banco ainda vê possibilidade de fortalecer suas operações em outras regiões do País. Atualmente, os mais de 600 empreendimentos financiados estão localizados, majoritariamente, nas Regiões Sudeste, Sul e Nordeste. “Mas [a instituição] observa tendência de crescimento no centro-oeste, mais precisamente em Brasília, Campo Grande e Cuiabá, onde também atua”, disse o banco, em comunicado.
O banco diz ainda ter sido responsável por 40% dos financiamentos para construção de imóveis em outubro. A posição privilegiada é creditada à velocidade na contratação nesses tipos de planos de financiamento. “Temos empreendido diversas iniciativas para estreitar ainda mais o vínculo com empresários, como oferecer especialistas para assessorá-los e aos clientes finais. Além disto, estamos promovendo constantes eventos para manter um canal próximo e aberto “, explica Rosselli.
Financiamento habitacional
Dados do Banco Central indicam que o crédito imobiliário chegou a R$ 85,263 bilhões em outubro, um crescimento de 34,8% no ano. O saldo dos imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo teve um crescimento de 43,5% no ano, a estoque de R$ 81,043 bilhões.
Segundo o BC, nesses dados não estão incluídos números de financiamentos à construção e incorporação imobiliária.
Nesse mercado, a Caixa Econômica Federal tem uma participação de 74,09%, com um saldo de R$ 62,8 bilhões ao fim de setembro. Durante divulgação de resultados trimestrais, a instituição revelou projetar ganho de market share no segmento em 2010, com uma previsão de crescimento inicial na casa dos 40%.
O Bradesco também quer ampliar sua presença no setor, com uma expansão que pode chegar a 70% no próximo ano, sobre a de dezembro de 2009, uma vez que a instituição planeja destinar R$ 6 bilhões a esse tipo de empréstimo. O saldo atual dessa carteira, somadas pessoa física e jurídica, é de R$ 7,2 bilhões, com projeção de chegar a R$ 8,5 bilhões ao fim deste ano. O total liberado no ano pode chegar a R$ 4,5 bilhões, por conta de um primeiro trimestre mais fraco decorrente da crise econômica. No ano, até setembro, a instituição tinha concedido R$ 3,1 bilhões em novos negócios imobiliários.
O Bradesco elegeu ainda o setor como um dos principais impulsionadores do crescimento do banco nos próximos anos. Isso porque o departamento econômico da instituição calcula uma representatividade do setor de 11,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em cinco anos, ante uma participação atual inferior a 3%.
Fonte: Panorama Brasil
2 dez 2009

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que serve como base para a correção dos contratos de aluguel, subiu para 0,10% em novembro, ante a variação de 0,05% verificada em outubro. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), no ano, o IGP-M acumula queda de 1,46% e, em 12 meses, de 1,59%. Em novembro foram constatadas altas nos três indicadores que compõe o IGP-M. O IPA (Índice de Preço por Atacado) passou de 0,04% para 0,08%, puxado pela elevação de preços dos alimentos in natura (de 7,07% para 4,50%). O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) aumentou de 0,03% para 0,14%, com destaque para hortaliças e os legumes (de -1,93% para 6,22%) e as frutas (de -6,26% para -1,53%). No INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), a variação atingiu 0,18%, ante 0,13%, sob a pressão da alta do preço dos serviços (de 0,39% para 0,44%) e do custo da mão-de-obra (de 0,06% para 0,21%). Já os materiais de construção tiveram aumento menos intenso do que em outubro, passando de 0,14% para 0,08%.

Fonte: O Nacional
2 dez 2009

As decisões de investimento no setor imobiliário brasileiro devem ganhar impulso a partir de dezembro, quando passará a circular no mercado uma medição trimestral da rentabilidade do segmento de imóveis. Batizado de Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), o indicador vem sendo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A intenção é melhorar as condições de análise para que os investidores, principalmente os institucionais, identifiquem oportunidade em imóveis no ramo corporativo.
O indicador está sendo desenhado por encomenda da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp) e promete mapear o rendimento de investimentos em imóveis comerciais, galpões industriais, shoppings centers no pais. “É um tipo de informação que todos querem ter”, afirma Paulo Picchetti, pesquisador da FGV e coordenador do índice.
Segundo Picchetti, muitos analistas internacionais citam textualmente o potencial desse tipo de investimento no mercado brasileiro. Eles lamentam, no entanto, a falta de um índice nesse formato, que tem como referência o indicador americano NPI (NCREIF Property Index). “Relatórios de consultorias internacionais sobre investimento imobiliário na América Latina, por exemplo, apontam explicitamente a ausência de informações como o ‘calcanhar de Aquiles’ para aportes no setor”, afirma o pesquisador.
Além de comparar a rentabilidade do segmento imobiliário em relação a outros ativos, inclusive ante o mercado acionário, o índice também vai medir o desempenho de uma determinada carteira de um fundo perante a média do mercado imobiliário como um todo. Uma análise mais detalhada do indicador trará dados setoriais e mesmo regionais . Além disso, será feito um levantamento retroativo de rendimento desses investimentos de 2000 para cá.
Nos cálculos entram não só a rentabilidade do imóvel, como também a renda operacional obtida com aluguéis e alienações, por exemplo. Juntas, as duas informações vão compor o indicador de rendimento bruto e líquido ao longo do tempo.
Os números – que serão apresentados em um workshop em São Paulo – referem-se a uma primeira versão do indicador. O objetivo é ampliá-lo ao angariar dados adicionais junto a outros participantes do mercado, como, por exemplo, bancos, corretoras, construtoras e mesmo consultorias imobiliárias. São interessados que podem ter acesso a estes números e, em contrapartida, contribuir com dados dos próprios investimentos que mantém em carteira. A FGV vai assegurar o sigilo das informações colhidas por sua equipe.
Além da relevância comercial do referencial, Picchetti acredita que o indicador deve ajudar a complementar a análise da atividade no setor imobiliário no Brasil. “Qualquer outra pessoa que tenha necessidade de modelos macroeconômicos vi ver nisso uma variável de grande valor, pois o preço dos ativos é um dos componentes fundamentais para identificar ciclos ou mesmo movimentos especulativos e bolhas”, avalia Picchetti.
Durante a apresentação do índice e dos números iniciais, a Abrapp e a FVG apresentarão também um estudo com os cenários de longo prazo do setor imobiliário nos períodos de 2009 a 2016 e de 2016 a 2030.
Fonte: FGV
24 nov 2009

Na comparação com o ano passado, porém, queda foi de 9,4%. Dados para o mês de setembro foram divulgados nesta terça (24).
O preço dos imóveis norte-americanos subiu pelo quinto mês seguido em setembro, em comparação com o mês anterior, segundo os índices de preços de imóveis S&P Case-Shiller, divulgados nesta terça-feira (24). No entanto, os indicadores continuam caindo em relação ao mesmo período do ano passado.
O preço dos imóveis nas 20 maiores áreas metropolitanas dos EUA caiu 9,4% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas subiu 0,3% ante agosto deste ano.
Já o preço dos imóveis nas dez maiores regiões metropolitanas caiu 8,5% em relação a setembro do ano passado. Na comparação com agosto de 2009, houve alta de 0,4%. No terceiro trimestre, o índice de preços nacionais cedeu 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Em comparação ao segundo trimestre, o índice subiu 3,1%.
Fonte: G1
24 nov 2009
Nota sobre alterações na Lei do Inquilinato, com informações de Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.
Clique e ouça a nota:
Fonte: Rádio Secovi-SP
24 nov 2009

Os grandes projetos de uso misto (Mixed Use) têm despontado como uma forte tendência no mercado nacional, atraindo inúmeros interessados nesse tipo de produto. Combinando os diversos usos em um único espaço, integrando moradia, lazer, trabalho e compras, os projetos Mixed Use também se apresentam bastante rentáveis para investidores e administradores, devido justamente a essa diversidade de produtos, desenvolvidos dentro de uma grande área, onde os incorporadores podem ter total controle sobre essa implantação e seu incremento ao longo do tempo.
Na forma de grandes condomínios, que têm movimentado o mercado, estes projetos também têm caído no gosto do público que busca essa diversidade e, principalmente, fugir das mazelas das grandes cidades, como insegurança e trânsito caótico.
Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, onde estes projetos estão mais presentes, está clara a preferência por estes empreendimentos justamente em contraponto aos problemas urbanos que afligem os cidadãos dessas metrópoles.
Em que pese o argumento de alguns urbanistas que contestam a eficácia desse tipo de empreendimento, considerando-os desagregadores do tecido urbano da cidade, o fato é que está cada vez mais atrativa ao grande público essa característica de congregação de todos os usos a que o morador precisa para o seu dia-a-dia, num espaço que ele possa percorrer em poucos metros, e com isso economizar muito do tempo que seria gasto em deslocamentos pelas ruas congestionadas das nossas cidades. O que não desobriga que nossas autoridades municipais se concentrem em conseguir pensar soluções para a questão da mobilidade urbana, hoje com certeza, o maior mal que aflige as grandes metrópoles nacionais.
Além da sobrecarga do sistema viário das cidades, também convivemos com a questão da dificuldade de encontrar vagas de estacionamento em vários pontos de São Paulo, por exemplo. A grande concentração de edifícios comerciais, com insuficiente estrutura de transporte público, e a pouca oferta de vagas de estacionamento, em parte causada por deficientes legislações, em parte por não contarmos ainda com uma eficiente parceria entre a iniciativa privada e o poder público nessa questão, também têm contribuído em muito para piorar o tráfego em grandes bolsões do centro expandido de São Paulo. E essa situação certamente se repete nos centros mais consolidados das principais cidades do Brasil.
Se os projetos Mixed Use são uma tendência que veio para ficar, também temos de trazer para o centro das discussões, a questão da mobilidade urbana. Essa sim, mais que uma tendência, uma necessidade prioritária.
Fonte: Gestão Imobiliária
20 nov 2009
Residências construídas com estrutura metálica

O Portal Met@alica está disponibilizando um amplo leque de páginas mostrando todas as opções disponíveis no mercado sobre casas industrializadas, sejam de alto padrão ou populares. Conheça os materiais, tecnologias e sistemas da construção a seco.
Atualmente, o Brasil domina a tecnologia de obras industrializadas, tanto na área industrial quanto na residencial, possibilitando a execução de construções com rapidez, qualidade e conceitos de destaque.Especificamente na área residencial, a construção industrializada se mostra uma opção muito mais rápida e competitiva tanto para satisfazer as exigências do residencial de alto padrão quanto para projetos desenvolvidos para o segmento de baixa renda.
Diversas construtoras nacionais tem se especializado neste segmento oferecendo sistemas de construção com o mesmo nível de tecnologia empregado em Estados Unidos, Canadá, Austrália, e muitos outros países.
Utilizando estes avanços, casas populares podem ser construídas em série em menos de 30 dias, e residências de alto padrão em até 120 dias, prazos impossíveis de atingir em construções convencionais.
Este sistema de construção, chamado nos Estados Unidos de “steel frame”, é também conhecido no Brasil como “construção a seco” e seu estilo é caracterizado pelo nome “American Home”.
O sistema industrializado de construção usa basicamente produtos padronizados de tecnologia avançada, em que os elementos construtivos são produzidos industrialmente, onde a matéria prima utilizada, os processos de fabricação, suas características técnicas e acabamento passam por rigorosos controles de qualidade. Estes materiais padronizados permitem uma redução significativa de mão de obra, evitando também desperdícios e erros.
O Portal disponibiliza um amplo leque de páginas mostrando todas as opções disponíveis no mercado sobre casas industrializadas, sejam de alto padrão ou populares. Os principais elementos industrializados utilizados na construção de uma residência com estas características podem ser encontrados no GLOSSÁRIO ao lado, onde cada item levará a uma página descrevendo as características técnicas, as vantagens e as formas de uso de cada material.
Fonte: Blog SóConstrói
20 nov 2009
Pesquisadores da Universidade de Stuttgart, na Alemanha, desenvolveram uma estrutura em concha que é capaz de se adaptar em resposta às condições do ambiente e das forças que agem sobre ela.
Esta é a primeira demonstração de um conceito que poderá alterar o nível de segurança e de resistência de prédios, abrigos, automóveis, máquinas e um sem-número de outros dispositivos.
Elementos híbridos inteligentes
O conceito, batizado de Elemento de Construção Híbrido Inteligente (HICE – Hybrid Intelligent Construction Element), poderá ser utilizado tanto na construção civil – criando telhados capazes de suportar a carga extra de nevascas, chuvas muito pesadas e ventos – quanto na indústria – criando, por exemplo, capôs de carros que se alteram para resistir melhor no caso de um impacto.
Os elementos estruturais inteligentes possuem sensores, atuadores e dispositivos de controle, tudo integrado na mesma peça, sem perder a leveza e a moldabilidade. Quando ocorre uma mudança nos fatores ambientais – um vento mais forte ou vindo de outra direção, a queda de chuva ou de neve – a estrutura adapta-se autonomamente para dissipar a nova carga e evitar sua ruptura.
Equipamentos adaptáveis ao ambiente
A estrutura inteligente é resultado de um trabalho de três anos de um grupo de seis engenheiros de diversas especialidades – civil, aeroespacial, mecânico e de processos. E o projeto está apenas na metade.
Agora os pesquisadores vão partir para a utilização prática da estrutura, criando equipamentos reais que sejam capazes de reagir ao ambiente e se adaptar às condições a que forem submetidos.
Na segunda fase do projeto, os pesquisadores pretendem demonstrar que o conceito de elementos híbridos inteligentes pode ser aplicado a todas as áreas da engenharia.
Capô ativo
Um dos primeiros projetos a utilizar os elementos estruturais inteligentes será o de um capô de carro capaz de mudar de formato no caso de um atropelamento. O principal objetivo é minimizar os ferimentos causados ao pedestre.
Já existem sistemas de capôs ativos em testes na indústria automobilística, nos quais sensores semelhantes aos que ativam os airbags são usados para acionar o levantamento do capô e evitar que o pedestre seja atirado para o alto ou voe sobre o carro.
Um capô ativo que incorpore os elementos híbridos será mais inteligente e se adaptará com precisão aos parâmetros reais da colisão. Utilizando novos materiais, o capô deverá ser capaz de endurecer e amolecer áreas relevantes de sua superfície para evitar ao máximo o número de ferimentos causados na vítima.
Fonte: CIMM
20 nov 2009

Um protocolo de cooperação técnica para desenvolvimento de projetos de eficiência energética foi assinado por Caixa, Eletrobrás e Ministério de Energia. Uma das ações é o financiamento de aquecedores solares de água nas casas financiadas pelo Minha Casa, Minha Vida.
O custo dos aquecedores solares de casas financiadas pela Caixa para famílias com renda de até três salários mínimos será totalmente subsidiado pelo banco. Para as demais, o valor dos equipamentos será pago juntamente com o crédito imobiliário pelos mutuários.
Fonte: Folha de São Paulo
12 nov 2009
Imóveis que antes eram apenas de luxo, agora são acessíveis para todos os bolsos.
Fonte: Clic RBS
10 nov 2009
Segundo ele, os financiamentos imobiliários de todas as instituições no país somam hoje cerca de 3,5% do PIB, e o número deve atingir 11,4% em 2014. “Nós estamos vivendo um momento expansionista da construção civil no Brasil, o que é muito bom, porque gera emprego e renda. E vamos mirar 10% do PIB nos próximos cinco anos”, afirmou.
Trabuco ressaltou que a expansão vai levar em conta as experiências vividas pelos Estados Unidos e Europa, evitando passar pelos mesmos problemas. “Vamos priorizar sempre o financiamento do proprietário, e não do imóvel”, explicou.
Em balanço divulgado hoje, o Bradesco aponta que sua carteira de crédito atingiu R$ 215,536 bilhões em setembro deste ano, crescimento de 10,2% em relação a igual período do ano anterior. Dentro desta carteira, os financiamentos imobiliários cresceram 5%, chegando a R$ 2,853 bilhões.
“Praticamente todo o crescimento [na carteira total] é explicado por novos tomadores de crédito, o que mostra que nós estamos crescendo com qualidade e diversificando os riscos”, afirmou o vice-presidente e diretor de relações com investidores do Bradesco, Domingos de Abreu.
De acordo com ele, a instituição vem percebendo um aumento na demanda por recursos tanto das pessoas físicas quanto das jurídicas, “que estão voltando a investir”, disse. “Isso nos permite acreditar que o nosso guidance, de crescimento entre 8% e 12% na carteira neste ano, deve ser atingido.”
A expectativa do banco é de que, com a recuperação forte da economia do ano que vem –o Bradesco prevê alta de 5,4% no PIB em 2010–, o ritmo de crescimento do crédito aumente e atinja 20%.
Além disso, as taxas de inadimplência, que chegaram a 5% para pessoas físicas e jurídicas em setembro, devem voltar a cair, atingindo os níveis registrados antes da crise.
9 nov 2009
Carta aberta ao senhor presidente da República
Alencar Burti, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO (ACSP) - O Estado de S.Paulo
- A avaliação inicial da Associação Comercial de São Paulo aponta que a nova Lei do Inquilinato contem aspectos positivos que podem estimular o aumento da oferta de imóveis para locação, acelerar os processos judiciais e reduzir o número de ações. Apresenta, contudo, um ponto que causa grande preocupação e contra o qual a entidade deve se manifestar, que é a facilidade do proprietário de retomar o imóvel comercial no final do contrato. Esse dispositivo deixa o comércio em situação de grande vulnerabilidade, pois, terminado o contrato, ele pode ter que abandonar o local sem que se leve em consideração que, muitas vezes, foi a sua atuação que criou, ou valorizou o “ponto” onde está instalada a loja e que uma eventual mudança poderá significar o fim de seu negócio.
Defendemos a flexibilização da legislação e a maior liberdade de negociação, mas é preciso considerar a importância da preservação das empresas de menor porte, que precisam ter maior segurança no tocante à sua localização, que, na maioria dos casos, é o principal fator de seu sucesso.
Estamos analisando todos os aspectos da lei e vamos, em conjunto com outras entidades, procurar corrigir os pontos que nos parecem prejudiciais, entre os quais se destaca o da questão da excessiva facilidade de retomada do imóvel comercial. Aguardamos a sanção da lei pelo senhor presidente da República, na expectativa de que o artigo em questão possa ser revisto para restabelecer o equilíbrio entre as partes e dar tranquilidade para milhares de pequenos lojistas, que precisam se concentrar nos preparativos para as vendas do Natal, para procurar fechar 2009 com um resultado positivo.
Fonte: Estadao.com.br
3 nov 2009
A Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão americano que administra a internet e os nomes dos sites, aprovou nesta sexta-feira, em Seul, na Coreia do Sul, o uso de caracteres não- romanos nos endereços da rede.
A medida está sendo considerada pela Icann como “a maior mudança na internet desde que foi inventada, há 40 anos” e reconhece o caráter global da rede. A proposta foi aprovada em primeira instância em 2008 e permitirá que endereços sejam escritos em árabe, chinês ou japonês, por exemplo.
A agência passará a aceitar inscrições já em 16 de novembro e os primeiros domínios escritos em outros alfabetos já começarão a aparecer no início de 2010.
Identidade
Segundo o porta-voz da Icann Rod Beckstrom, “mais da metade dos 1,6 bilhões de usuários de internet em todo o mundo usam outros alfabetos que não o latino”. De acordo com o órgão, a nova medida ajudará esses usuários a manter sua identidade cultural no futuro.
“Esta mudança é muito necessária para os futuros usuários, na medida em que a internet continua a se expandir”, completou. “O que criamos é um diferente sistema de tradução. Temos confiança de que ele funciona porque o temos testado por alguns anos”, disse Peter Dengate Thrush, da comissão encarregada de supervisionar o processo.
O sistema transforma endereços comuns, como “bbc.co.uk” em uma série de números que são posteriormente traduzidos para outros alfabetos. Alguns países como China e Tailândia já introduziram sistemas que permitem que usuários escrevam endereços da rede em seus próprios idiomas, mas estas iniciativas não foram aprovadas internacionalmente nem funcionam em qualquer computador.
Fonte: Terra
3 nov 2009
Rádio Band – Entrevista com o presidente do Secovi-SP, João Crestana, sobre a situação atual do mercado imobiliário, poupança, FGTS.
Clique no player a seguir e ouça a entrevista.
Fonte: Rádio Secovi
29 out 2009
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A inflação pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), bastante utilizado para a correção de contratos de aluguel, desacelerou significativamente em outubro, refletindo menores custos no atacado e no varejo. O indicador teve variação positiva de 0,05% neste mês, após 0,42% em setembro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.
Em setembro, o índice interrompeu uma sequência de seis meses de deflação. Analistas consultados pela Reuters previam variação positiva de 0,04%, segundo a mediana de 24 estimativas, que variaram de queda de 0,05% a alta de 0,25%.
Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve elevação de 0,04% em outubro, após subir 0,53% em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,03% neste mês, ante alta de 0,28% no anterior.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,13% em outubro, contra variação positiva de 0,07% em setembro. No ano, o IGP-M acumula queda de 1,57% e nos últimos 12 meses, recuo de 1,31%.
Fonte: Terra
28 out 2009
No mundo, a rede já alcança 1,7 bilhão de pessoas.![]()
Em 29 de outubro de 1969, pela primeira vez, dois computadores situados em locais diferentes, em duas universidades da Califórnia (EUA), trocaram informações entre si. Foi o embrião do que hoje chamamos de internet. No mundo, a rede já alcança 1,7 bilhão de pessoas, indica a Internet World Stats. Em quatro décadas, gerou uma revolução não só tecnológica, mas também econômica e cultural.
E a internet já se prepara para uma nova transformação. A rede ficará cada vez mais onipresente, a ponto de conectar os eletrodomésticos de sua casa e até fechar a janela da sala quando começar a chover. É a “internet das coisas”. Na Zero Hora desta quinta-feira, você lerá mais sobre como a internet mudou a vida das pessoas, os seus desafios e novos rumos.
Fonte: Zero Hora
28 out 2009
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou hoje o projeto que altera a Lei do Inquilinato. A lei completa neste mês 18 anos sem alterações. Em caso de despejo, a ação é suspensa se, em 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida com o proprietário ou a imobiliária. Com isso, não fica mais valendo a apresentação de um simples requerimento em que o locatário atesta a intenção de pagar a dívida — algo que tem atrasado em mais de quatro meses as ações de despejo.
Fica adotado também o mandado único de despejo. Cai, portanto, a prática atual de dois mandados e duas diligências, entre outros procedimentos que atrasam o processo. Entre as mudanças, estão a desobrigação do fiador e a criação de regras para a mudança de fiador durante o contrato. Atualmente, a Lei do Inquilinato não trata do assunto, que vem sendo analisado com base no Código Civil. O fiador pode desistir da função, ficando apenas responsável pelos efeitos da fiança durante 120 dias depois de o locador ter sido notificado.
O proprietário também poderá exigir um novo fiador, caso o antigo ingresse no regime de recuperação judicial. Com isso, pretende-se dar mais garantias ao proprietário e exonerar a empresa fiadora que passe por crise econômico-financeira.
A proposta também adequa ao novo Código Civil à proposta que mantém a proporcionalidade da multa rescisória em caso de devolução antecipada do imóvel locado. Em caso de divórcio ou morte do locatário, a nova Lei do Inquilinato cria regras para a manutenção ou substituição do fiador. Atualmente, a legislação não prevê essa possibilidade.
Se, por um lado, a nova lei protege o proprietário, dando mais agilidade às ações de despejo, também dá mais garantias ao inquilino.
A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), explicou que, em caso de bons pagadores, a imobiliária poderá dispensar algumas exigências no contrato. Mas, se houver atraso de apenas um aluguel, o despejo é sumário.
Fonte: Zero Hora
(Confira este assunto também em: http://g1.globo.com)
23 out 2009
A Integra Soluções Empresariais, quer convidá-los a participar do Curso de Marketing Imobiliário , que irá realizar-se na ACISA, com inicio no mês de outubro.
Datas programadas:
28 e 29 de outubro – quarta-feira/ quinta-feira
04 e 05 de novembro – quarta-feira/ quinta-feira
11 e 12 de novembro – quarta-feira/ quinta-feira
Horário: 19h às 22h30min
Local: Acisa (Rua Gen. Netto 5º andar)
Informações e Inscrições: Rodrigo (54) 9186-4429 ou Sinduscon Passo Fundo (54)3311 – 8155 / e-mail: contato@integras.com.br

20 out 2009
A competição no setor imobiliário traz oportunidades para quem vai comprar a casa própria. No fim de semana, em São Paulo, um feirão oferece 100 mil imóveis com descontos e taxas de juros mais baixas.
Para quem quer comprar a casa própria, a hora também é boa. Em São Paulo, o setor se animou tanto que está oferecendo, neste fim de semana, descontos especiais.
O mercado aos pés do cliente. Por causa da concorrência, uma construtora oferece um bônus de R$ 1.500 para quem comprar neste fim de semana.
“A nossa faixa de preço é de R$ 100 mil a R$ 130 mil. Então, é uma boa parcela do preço que o consumidor está ganhando de bônus”, diz Gustavo Coutinho, representante de construtora.
Se não for suficiente para assinar o contrato, o interessado ainda pode ganhar uma geladeira, uma churrasqueira na varanda ou o piso da sala. Agradar o cliente com um brinde aqui, um desconto ali é sempre uma boa estratégia de vendas. Mas a compra de um imóvel financiado envolve uma dívida que vai ser paga em 20, 30 anos. Nesses casos, a taxa de juros normalmente define quem vai fechar o negócio.
Isto também está em promoção. Na feira de imóveis em São Paulo, os bancos prometem até aprovação de crédito na hora.
Duílio e Adriana já escolheram a casa para Lorenzo, que vai nascer em janeiro. “Se parte de um pressuposto que tem uma taxa de juros inferior das encontradas nas agências. É isso que nós estamos procurando”, diz o empresário Duílio Lolline.
No primeiro banco, taxa 0,5% abaixo do mercado. Ao lado, os juros caíram mais um pouco. Mas eles continuaram a procurar. Os descontos deveriam valer apenas para a feira. Mas, a concorrência deve continuar grande e alguns bancos já pensam em manter a redução. “Nós devemos ter condições boas um pouquinho adiante da feira”, confirma André Fortinio, superintendente de banco.
“É importante brigar, é importante chorar, é importante pesquisar bem e com certeza a gente não vai perder o negócio”, acredita Antônio Barbosa, diretor de crédito imobiliário.
20 out 2009
SÃO PAULO (Reuters) – O volume de empréstimos imobiliários com recursos da caderneta de poupança alcançou 3,6 bilhões de reais em setembro, um recorde em 2009 e na história do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), informou nesta segunda-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
O volume de financiamentos contratados no mês passado corresponde a alta de 13,3 por cento ante o registrado em agosto.
Nos últimos 12 meses, conforme a entidade, as operações contratadas no âmbito do SBPE somam 30,4 bilhões de reais, com aumento de 4,7 por cento em relação a setembro do ano passado.
Também em número de unidades financiadas setembro representou um novo recorde para o ano, e o quarto melhor na história do SBPE. No mês passado, foram financiados 30.286 imóveis, ante 29.641 em agosto e 29.374 em setembro de 2008.
Em 12 meses, aponta a Abecip, “foram concedidos 282 mil financiamentos, com valor médio de cerca de 120 mil reais por unidade, superior em quase 20 por cento à média de 2008.”
Em relação à captação líquida da poupança, a Abecip informa que, em setembro, o resultado foi de 3,5 bilhões de reais, com alta de 1,5 por cento ante agosto.
No mês passado, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE totalizou 238,1 bilhões de reais, com crescimento nominal de 15,9 por cento ante setembro de 2008.
Conforme a Abecip, os “dados indicam que o SBPE retomou os níveis de atividade anteriores à crise e tenderá a apresentar evolução positiva, em termos reais, em 2009, quebrando os recordes de 2008, quando foram financiadas 299.685 unidades, no montante de 30,032 bilhões de reais”.
30 set 2009
Está sendo realizada em Passo Fundo, a 13ª Construmóveis . A feira que é promovida pelo Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário – Sinduscon é considerada a maior mostra da construção, mobiliário, arquitetura e decoração de Passo Fundo. Realizada a mais de 20 anos, a Construmóveis na sua 13ª edição, apresenta ao público os últimos lançamentos em imóveis, móveis e decoração.
A edição neste ano, que conta com 54 expositores distribuídos em uma área de 2.000m², acontece no Salão de Eventos do Bourbon Shopping em Passo Fundo até o dia 04 de outubro.
30 set 2009
Fonte: Folha de São Paulo
Desde o lançamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, até o último dia 4, a Caixa Econômica Federal recebeu 1.642 propostas de empreendimentos para serem analisadas para a construção de 313.922 unidades, correspondentes a um montante de R$ 20,58 bilhões.
Foram contratados 258 empreendimentos para a construção de 45.519 unidades, num total de R$ 2,8 bilhões. A meta prometida pelo presidente Lula é de 1 milhão de imóveis. Na faixa salarial de famílias que ganham até R$ 1.395 (três salários mínimos), principal dificuldade do governo, foram contratadas 19.592 unidades.
23 set 2009
Com foco em soluções inovadoras e tecnologias de ponta que proporcionem diferenciais competitivos aos seus clientes e simplifiquem cada vez mais o seu dia-a-dia, a Metaimob está finalizando a nova versão do sistema de vendas, visando a evolução do mesmo para as novas tendências do negócio.
A nova versão do sistema de vendas está sendo migrada para a internet, onde será possível realizar o acesso de qualquer computador desde que o mesmo esteja conectado à internet. Com isso o corretor poderá estar trabalhando por exemplo, em casa, no café, na praia, não sendo necessário estar dentro da empresa para ter acesso e gerenciar suas informações.”
Para o diretor do Grupo Metasig, Pedro Muller, “Com essa nova tecnologia, nossos clientes terão maior efetividade em seu negócios através da autonomia para acompanhamento dos mesmos, independente de local e horário. Além da Metaimob estar trabalhando para tirar o maior proveito possível da tecnologia da internet, também a empresa terá novos recursos que tem por objetivo agregar e facilitar cada vez mais a vida e ampliar as oportunidades de negócios de nossos clientes.”
Com esta visão de negócio, afirmamos o compromisso da Metaimob com os nossos clientes, para que, através de nossas soluções eles tenham êxito na gestão de sua imobiliária.
23 set 2009
Fonte: Invertia
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu aumentar de R$ 350 mil para R$ 500 mil o valor do financiamento habitacional com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para atender a classe média.
Foi permitida também a inclusão dos financiamentos para obras de infra-estrutura vinculadas a projetos habitacionais e de empréstimos concedidos para quitação de operações de financiamento imobiliário, o que estimulará a portabilidade e a concorrência. O CMN também aprovou a prorrogação de 31 de março para 31 de dezembro de 2009 a inclusão dos financiamentos de capital de giro com prazo máximo de 60 meses.
Adicionalmente, o CMN autorizou que todas as instituições financeiras passem a operar no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e estabeleceu critério para remuneração do vendedor do imóvel pelo mesmo índice de remuneração da poupança.
Na quarta-feira, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, já havia adiantado a possibilidade de se ampliar para R$ 500 mil o teto de financiamento.
“O reajuste para R$ 500 mil no teto para o FGTS será levado amanhã na reunião”, anunciou. Atualmente, o teto é de até R$ 350 mil, com prazo de 30 anos para pagar.
16 set 2009
Fonte: O Dia
Dados oficiais revelam que os mutuários da casa própria estão descobrindo as vantagens de sacar o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater ou liquidar o saldo devedor e também para pagar parte das prestações. As retiradas com essas finalidades dispararam nos últimos quatro anos.
Em 2005, R$ 312 milhões saíram das contas do FGTS para amortizar ou liquidar o financiamento habitacional. No ano passado, o volume mais que dobrou: R$ 639 milhões. Neste ano, somente até julho, já foram retirados R$ 482 milhões, o que projeta em torno de R$ 800 milhões até o fim do ano (156% mais). O valor médio por mutuário foi de R$ 6 mil.
Tendência vantajosa
Embora em valores menores, o montante total utilizado para pagar parte das prestações também cresceu significativamente, 63% nos últimos três anos: pulou de R$ 59 milhões em 2005 para R$ 96 milhões. Para este ano, a estimativa é de R$ 140 milhões, 137% mais que há quatro anos.
Não é vantagem para o mutuário deixar dinheiro na conta do FGTS, pois os juros do financiamento são bem mais altos que o rendimento do dinheiro que fica no Fundo de Garantia. Enquanto o saldo do FGTS rende 3% ao ano mais correção pela TR, os empréstimos da casa própria cobram taxas que vão de 5% ao ano (para rendas menores) a 12% ao ano mais TR, além do seguro habitacional por danos ao imóvel, que é calculado com base no valor do saldo devedor existente a cada mês.
O aumento de saques para abater prestação ou saldar dívida foi maior que a da tradicional retirada para cobrir a entrada ou reduzir o valor financiado no momento da compra, que cresceu 43% entre 2005 (R$ 2,8 bilhões) e 2008 (R$ 4 bilhões). Para este ano, a estimativa é de no máximo empatar com o total usado no ano passado. Nesse tipo de saque, o valor médio variou de R$ 8.600 a R$ 9.300 por trabalhador nos últimos dois anos.
Para pagar menos por mês
Chama a atenção nas estatísticas o fato de a utilização do FGTS para pagar parte da prestação ter crescido neste ano mais que as demais modalidades em relação a 2008, quando iniciou a crise econômica internacional. Significa que muitos mutuários não estavam aguentando pagar a prestação contratada inicialmente. Isso porque usar o saldo do FGTS para amortizar o saldo devedor é mais vantajoso do que para cobrir parte do valor da prestação devida. É que o mutuário desembolsará menos a título de juros ao longo do financiamento, no caso de amortização, ou se livrará de vez da dívida, caso tenha o suficiente no FGTS para quitá-la.
Mutuário não pode ter outro imóvel
Há regras básicas para utilização do FGTS na casa própria. O trabalhador tem que ter pelo menos três anos de conta do FGTS, mesmo que não sejam seguidos ou recentes. No caso de utilização para amortizar o saldo devedor ou pagar prestações, o imóvel precisa ser financiado pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e ser a moradia própria do mutuário e sua família.
O titular da conta não pode ter outro imóvel no município onde reside ou tem a ocupação principal, nem nas cidades vizinhas ou limítrofes. Também não pode ser promissor comprador, ou seja, ter adquirido os direitos de um imóvel ainda em construção, na planta. Outra exigência é que o mutuário não pode ter outro financiamento do SFH em qualquer lugar do País.
Para solicitar o saque do Fundo de Garantia, as prestações do financiamento precisam estar em dia. Outro detalhe é que o mutuário precisa ter atendido essas condições também na época em que comprou o imóvel, ou seja, para moradia própria.
O mecanismo uso do FGTS não é autorizado em caso de imóvel comercial ou mesmo residencial financiado fora do SFH.
Atrás da melhor opção
O mutuário que tem saldo no FGTS deve analisar cuidadosamente seu orçamento para escolher a forma de utilização que mais se encaixa à sua situação. Para quem tem condições de arcar com o atual valor da prestação, a melhor opção é usar o dinheiro para amortizar (abater) o saldo devedor. Como a dívida fica menor, a fatia da prestação que é destinada ao pagamento de juros também diminui. Assim, sobra um valor maior da prestação para deduzir do saldo devedor. Com isso, a dívida diminui mais rapidamente.
A prestação paga pelo mutuário é composta pelo valor referente aos juros, ao seguro habitacional, à taxa de administração (em geral de R$ 25) e à amortização. Só essa última é destinada a reduzir o valor financiado pelo banco. Os demais valores ficam para o banco. Assim, quanto mais rápido abater o saldo devedor, mais rapidamente a dívida é quitada.
Para um saldo devedor de R$ 100 mil e taxa de juros nominal de 8,66% ao ano ou 0,72% ao mês, a parcela dos juros em reais é de R$ 720,00 de uma prestação de R$ 1.209 (R$ 71,20 são para pagar o seguro e a taxa de administração). Nesse caso, sobram apenas R$ 417,80 para abater daquele valor inicialmente emprestado pelo banco.
Se o mutuário for amortizar R$ 15 mil desse saldo com o FGTS, a parcela dos juros cobrada na mesma prestação cai para R$ 612,00. Permanecendo a prestação no mesmo valor, vão sobrar R$ 525,80 para amortizar o valor financiado. Assim, além do saldo devedor estar menor, o mutuário ainda vai conseguir abater o que sobrou mais rapidamente do que nas condições anteriores.
Uso nas prestrações
Já no caso de o mutuário usar o dinheiro do saldo do FGTS para pagar parte da prestação mensal, isso não ocorre. O mutuário continua pagando a mesma quantia a título de juros por mês.A única coisa que muda na evolução do pagamento do financiamento é que, em vez de tirar do seu orçamento mensal todo o valor da prestação, o mutuário completa o que deve em cada mês com o dinheiro do FGTS.
Para entender basta tomar como exemplo o mesmo saldo devedor de R$ 100 mil e prestação de R$ 1.209. Neste caso, o mutuário pode pagar até 80% do valor do encargo mensal com FGTS, ou seja, R$ 967,20. Mas a parte que o banco reterá para cobrir os juros do mês serão os mesmos R$ 720,00 caso não fosse usado o FGTS.
O único entrave atual para o uso do FGTS está na demora para liberação dos recursos, que no Rio chega a dois meses. Isso porque os financiamentos habitacionais estão em alta. “No começo do ano, a média de contratação era R$ 93 milhões por dia útil. Em agosto, chegamos a R$ 223 milhões ao dia”, destaca Jorge Hereda, vice-presidente da Caixa, banco que lidera os financiamentos. no Sistema Financeiro de Habitação.
Bancos são livres para fixar condições
As regras para uso do FGTS na casa própria valem para todos os agentes financeiros e não só para a Caixa Econômica Federal. Se tiver algum dinheiro guardado ou receber uma quantia inesperada, como uma herança, o mutuário também deve utilizar esse montante para amortizar o saldo devedor do financiamento habitacional.
No caso de uso de recursos próprios, cada banco tem suas regras. A Caixa Econômica informou que não estabelece valor mínimo para abatimento do saldo devedor e nem periodicidade ou prazo de carência a contar da assinatura do contrato habitacional. Já o Banco Real só permite amortização com recursos próprios após pagar 20% do saldo devedor. Outros bancos estabelecem valor mínimo, a partir de R$ 10 mil.
16 set 2009
Fonte: Agência Estado
Tecnisa informa que 27% das vendas no ano passado foram iniciadas pela rede de computadores. Na MRV, o percentual é de 20%
A internet vem ganhando importância nas vendas de imóveis. Além de informações sobre as próprias empresas, está cada vez mais comum que os sites das incorporadoras e imobiliárias ofereçam serviços de corretores online que ajudam a esclarecer dúvidas de potenciais consumidores e, muitas vezes, agendam visitas aos plantões de vendas ou imóveis prontos. Embora os consumidores, na imensa maioria dos casos, não comprem a casa própria pela internet, o uso da rede para comparar os imóveis oferecidos por diferentes empresas, para buscar informações sobre as incorporadoras e imobiliárias tem sido recorrente. As companhias têm utilizado também redes sociais como Orkut para direcionar internautas para seus sites. Segundo representantes do setor imobiliário, a tendência é de um aumento das vendas de imóveis iniciada pela internet.
No ano passado, a Tecnisa registrou venda de 508 imóveis originadas pela internet em São Paulo, o correspondente a 27% do total comercializado no estado no período. As vendas da empresa iniciadas na internet aumentaram 43% em 2008, comparando-se com 2007. A companhia tem apostado nas chamadas redes sociais para direcionar visitas ao seu site. No primeiro semestre deste ano, 15% das visitas ao site da Tecnisa partiram do blog da empresa, de mensagens no Twitter e de conteúdos postados, por exemplo, no Orkut e Facebook. Os clientes que buscam informações online são atendidos por corretores por meio de chat, e-mail, videoconferência ou ainda pelo telefone. A Tecnisa espera que o formato de videoconferência responda por 10% do atendimento online no fim deste ano.
As vendas originadas pela internet respondem por 20% dos negócios da MRV Engenharia, e a expectativa é que esse porcentual aumente, conforme o gestor executivo de Marketing da companhia, Rodrigo Resende. A empresa deu início ao sistema de venda online em 1996, focando brasileiros que viviam no exterior e estavam interessados em comprar um imóvel no País. Nos últimos cinco anos, o foco das atenções das vendas da MRV pela internet passou a ser o consumidor que vive no Brasil. Atualmente, a MRV possui 140 corretores online, que acompanham os potenciais compradores nas visitas físicas ao imóvel ou, se necessário, direcionam os clientes para profissionais da empresa baseados em outras regiões. Segundo o executivo da MRV, mais de 70% dos clientes visitam o site para buscar informações sobre os produtos oferecidos. Assim como a Tecnisa, a MRV faz uso de redes sociais para atrair potenciais compradores para seu site.
Acesso é feito no horário comercial
A classe C responde pela maior fatia das 2.000 pessoas que a MRV atende online por dia, de acordo com Resende. O diretor de lançamentos e de marketing do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), Fabio Rossi, destaca que parte de quem busca imóveis pela internet não tem acesso em casa à rede mundial de computadores. No caso da Itaplan, imobiliária da qual Rossi é diretor de marketing, o site é mais acessado por potenciais compradores de imóveis entre 7h e 8h30, no horário de almoço e no final do expediente. Cerca de 38% das vendas da Itaplan são iniciadas pela internet.
Segundo a diretora de Marketing da Tenda, Dirce Amaral, 80% dos acessos ao site da companhia são feitos pelos potenciais consumidores durante o dia no trabalho. Parte das pré-vendas da Tenda é feita no site da empresa. Até abril, os corretores tradicionais também atendiam a demandas dos clientes pela internet, mas, desde então, passaram a oferecer atendimento online exclusivo. A oferta do serviço começou pelo Rio de Janeiro e é hoje nacional, com foco nos mercados fluminense, de São Paulo e de Porto Alegre. A empresa conta com 24 pontos de atendimento, sendo dez deles somente para o Rio. Os consumidores podem conversar com atendentes pelo chat, fazer agendamento para tirar dúvida pelo telefone ou marcar horário para serem recebidos em uma loja da Tenda.
No caso da Gafisa, os negócios iniciados na internet respondem por 25% do volume comercializado pela Gafisa Vendas, braço de vendas da companhia. A grande maioria dos consumidores apenas dá início ao processo de compra pela internet, mas há, por exemplo, investidores que vivem no exterior e já conhecem a companhia que concluem o processo de decisão pela rede, segundo o diretor de vendas e marketing da Gafisa, Luiz Carlos Siciliano. Conforme o executivo, praticamente toda a comercialização dos imóveis da companhia passa de alguma forma pelo site de vendas da Gafisa ou da imobiliária que está responsável pela negociação do empreendimento.
10 set 2009
A Metaimob, buscando melhoria contínua de seus processos, está participando da capacitação do Sistema de Avaliação PGQP 2009. Este Sistema é um instrumento de diagnóstico organizacional que verifica o estágio de desenvolvimento gerencial das organizações, identifica lacunas e possibilita a elaboração do Plano de Ação do Sistema Gerencial.
Para o diretor da Metaimob, a organização busca a excelência de sua gestão “a participação nesta capacitação permitirá uma avaliação mais crítica das melhores práticas da Metasig, conduzindo a melhoria dos processos atuais de gestão, objetivando a qualidade dos serviços oferecida aos clientes, parceiros e colaboradores”.
Sistema de Avaliação do PGQP
O Sistema de Avaliação foi estruturado em 1993, e foram adotados como base os critérios de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade, criado a partir do modelo dos Estados Unidos. É uma ferramenta de gestão que permite diagnosticar o estágio de desenvolvimento gerencial e planejar ações visando à melhoria continua. Este instrumento de avaliação possibilita a qualquer tipo de organização, de qualquer porte, setor e estágio de gestão, avaliar o seu sistema gerencial e o seu desempenho em relação às melhores práticas adotadas por organizações de alto desempenho. Ao longo de sua história, desde o seu primeiro ciclo do Sistema de Avaliação, em 1994, foram realizadas mais de 7.500 avaliações e treinados mais de 26.500 avaliadores, demonstrando a consolidação dessa metodologia de avaliação.
São oito, os critérios de avaliação do sistema, a saber: Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultados.
Ao adotar o sistema de avaliação do PGQP, as organizações se deparam com muitos benefícios, como: Confiança das partes interessadas na administração; Uniformidade de linguagem e comunicação gerencial; Capacitação interna para se auto-avaliar; Clareza de pontos fortes e oportunidades para melhoria da gestão; Desenvolvimento da visão sistêmica; Foco em resultados planejados; Medição clara do desempenho competitivo; Comprometimento e cooperação das pessoas; Reconhecimento das partes interessadas e Melhoria do desempenho do negócio.
Sobre o PGQP
Criado em 1992, o PGQP atua na promoção da competitividade do Rio Grande do Sul para melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de oito mil organizações associadas e uma rede de 79 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 250 mil pessoas nos fundamentos da qualidade.
10 set 2009
O volume de financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança cresceu 5,07% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, e atingiu 13,605 bilhões de reais, segundo informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Desse total, 8 bilhões de reais foram direcionados para compra de imóveis, com crescimento de 29% em relação ao mesmo período do ano passado.
Os outros 5,6 bilhões de reais foram para construção, representando queda de 24% na mesma base de comparação. Em junho, foram financiados 2,976 bilhões com recursos da poupança, com queda de 6,78% em relação a junho do ano passado e alta de 24,7% na comparação com maio. De acordo com a Abecip, foi o melhor resultado mensal de 2009. No semestre, o número de unidades financiadas caiu 2,57%, para 125,136 mil.
2 set 2009
A Metasig, empresa que desenvolve soluções em tecnologia da informação, neste ano de 2009 completa 10 anos de atuação no mercado. A celebração do décimo aniversário de fundação da empresa é consolidada por operações bem-sucedidas, um período marcado por grandes buscas e profundas transformações. Foram centenas de clientes e milhares de co-clientes beneficiados com nossas soluções em tecnologia de informação.
Após uma década de atividades, o compromisso da Metasig com seus clientes está mais sólido do que nunca. Isso está claramente expresso em sua forte plataforma de produção e geração de valor agregado local. O crescimento com rentabilidade é – e continuará a ser – seu principal objetivo, a fim de gerar benefícios duradouros à clientes e colaboradores. Nesta nova década a busca constante por inovação tecnológica será sua principal missão.
É com foco em processos inovadores e objetivando a expansão dos negócios que neste importante momento nasce o GRUPO METASIG, inicialmente composto por dois braços fortes: a Metasig Excelência em Tecnologia da Informação e o Metaimob Soluções em Gestão de Negócios Imobiliários. E as novidades não param por ai.
Com o objetivo de ampliar os horizontes dos negócios, nos meses de abril e maio a direção do Grupo Metasig teve a oportunidade de visitar algumas empresas nos EUA, ligadas a centros de pesquisas com bases tecnológicas e aplicadas a setores específicos, como bancário, agricultura e imobiliário. A experiência foi de grande valia e vai permitir agregar novas tecnologias e processos, além da relação estabelecida entre a Metasig e empresas norte americanas.
E mais novidades virão. No início de setembro será lançando os novos portais dos integrantes do Grupo Metasig, os quais foram pensados em cada detalhe e funcionalidade, para que se tornem importantes ferramentas de comunicação com nossos clientes e a comunidade em geral. Além disso, continuaremos capacitando nossos colaboradores e trabalhando na melhoria contínua dos nossos processos.
Ao celebrar uma década de atuação no mercado de Tecnologia de Informação, a Metasig percebe ter construído a sua história ao longo deste período com excelentes resultados. Para os próximos anos, com força inovadora, foco no cliente, crescimento rentável, responsabilidade empresarial e excelência em pessoas, esperamos escrever mais uma trajetória de sucesso, os quais habilitam a empresa a alcançar seus objetivos de longo prazo mesmo em cenários adversos.
Ao findarmos esta década, dando início a uma nova, reafirmamos nosso compromisso com os nossos clientes, parceiros e colaboradores, certos de que uma nova história de sucesso, tanto para a empresa quanto para os nossos clientes, começa a ser escrita no decênio que agora se inicia. Nosso legado para a sociedade reflete o objetivo primordial da Metasig: levar lucratividade para as empresas por meio de soluções tecnológicas inovadoras.
Grupo Metasig
3 ago 2009
| Prezado Cliente, É com imensa satisfação que lhe informamos o lançamento da nova versão do Sistema de Gerenciamento de Locação - IMOBLocação, na qual nossa equipe trabalhou com muito empenho. O resultado deste trabalho é uma nova funcionalidade – a integração com a Web, o que permitirá maximizar resultados e agilizar processos. |
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